Equilibragem de rotores no local em Lisboa e Setúbal: deslocação planeada a partir de Gaia
Entre a nossa base em Vila Nova de Gaia e a região de Lisboa e Setúbal há mais de 300 km de A1. Não temos oficina nem pessoal no sul: quem chega ao seu local é o mesmo engenheiro que sai de Gaia, com os aparelhos Balanset na mala. Por isso uma deslocação ao sul não se marca para depois de amanhã, planeia-se, e planeia-se de forma a que a viagem se pague. Esta página explica o que corre nas fábricas de cimento, na química, nos terminais portuários, na indústria alimentar e nas grandes centrais de AVAC desta região, que vibração é típica dessas máquinas, e como calculamos a deslocação para que não haja surpresas no orçamento.
Uma base, 300 km e nenhuma sucursal no sul
Morada da base: Rua das Colectividades 76 R/C ET, 4430-625 Vila Nova de Gaia. É daqui que sai o engenheiro e é daqui que se contam os quilómetros. Não temos escritório, oficina, armazém nem técnicos residentes em Lisboa, em Setúbal ou em Sines, e não fingimos ter. Isso é mais honesto para si: sabe sempre de onde vem o carro e por que deslocação está a pagar.
Em números concretos: cerca de 320 km até Lisboa e cerca de 350 km até Setúbal pela A1, com Sines mais longe ainda. São três a quatro horas de estrada em cada sentido. Uma ida e volta no mesmo dia significaria sete horas ao volante mais o mínimo de quatro horas no local, sem qualquer margem para um portão fechado, uma janela adiada ou um segundo arranque de teste. Por isso planeamos as deslocações ao sul com pernoita e tratamo-las como duas jornadas de trabalho no local.
Cobrimos toda a faixa entre o Tejo e o Sado, e subimos ao vale do Tejo quando as máquinas ficam no caminho da mesma deslocação.
- Grande Lisboa: Lisboa, Loures, Odivelas, Amadora, Sintra, Cascais, Oeiras, Vila Franca de Xira, Azambuja.
- Península de Setúbal: Almada, Seixal, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Setúbal, Sesimbra.
- Eixo sul e litoral: Alcochete, Alcácer do Sal, Sines e o seu complexo industrial e portuário.
- Vale do Tejo: Santarém, Cartaxo, Rio Maior, quando entram no percurso da mesma visita.
- Contamos a distância pelo percurso rodoviário a partir de Gaia, não pela linha reta no mapa.
O que oferecemos ao sul não é proximidade, é planeamento. Deslocação combinada com antecedência, preço da viagem calculado e fechado antes de sairmos, e uma lista de máquinas suficiente para que a viagem faça sentido para os dois lados.
O que corre nesta região: indústrias e máquinas
Lisboa e Setúbal concentram setores que o norte tem em muito menor escala: cimento e agregados na península de Setúbal e na zona da Arrábida, química e petroquímica em Sines e no Barreiro, terminais portuários em Lisboa, Setúbal e Sines, indústria alimentar e vinho ao longo do vale do Tejo e em Palmela, e uma densidade fora do comum de grandes centrais de AVAC: hospitais, torres de escritórios, centros comerciais, centros de dados, ventilação de túneis e de parques de estacionamento.
Muda o setor, mas o rotor exige sempre o mesmo: rotação de trabalho estável, acesso ao plano de correção, o ponto do rotor onde se coloca a massa, e predomínio confirmado da componente 1x, a vibração à frequência de rotação. O que muda mesmo, de setor para setor, é aquilo que faz o rotor perder o equilíbrio e aquilo que nos impede de o corrigir no local.
Cimento, cal e agregados
Ventiladores de tiragem do forno e do pré-aquecedor, ventiladores de moinho e de filtro de mangas, ventiladores do arrefecedor de clínquer, britadores de martelos, elevadores de alcatruzes, rotores de separadores. Aqui o desequilíbrio é uma consequência direta do processo: pó abrasivo que desgasta as pás de forma desigual e material que se cola e depois se solta aos pedaços. E o ventilador trabalha quente, por isso o rotor frio e o rotor quente não estão desequilibrados da mesma maneira.
Química, petroquímica e refinação
Bombas de processo, sopradores centrífugos, ventiladores de tiragem forçada de caldeiras, ventiladores de torres de arrefecimento, bombas de vácuo, acionamentos de agitadores. A dificuldade raramente está no rotor, está no acesso: zona ATEX, autorização de trabalho a quente sem a qual não se solda nada, janelas que só abrem na paragem programada. Trabalhamos com massas aparafusadas e ajustamos a visita à sua paragem, não ao contrário.
Terminais portuários e granéis
Ventiladores de aspiração de terminais de cereais, elevadores e tambores de acionamento de transportadores, ventiladores de supressão de poeira, ventilação de armazéns frigoríficos e de navios ro-ro, acionamentos e ventilação de gruas. Junta-se aqui uma causa que o interior não tem: ar salino. A corrosão pontual come as pás de forma irregular e o desequilíbrio volta mais depressa do que numa instalação abrigada.
Indústria alimentar, bebidas e vinho
Ventiladores de secadores e de exaustão, separadores e centrífugas, decanters, acionamentos de transportadores e misturadores, ventilação e frio industrial, bombas e centrífugas de adegas na zona de Palmela e Azeitão. A restrição é sanitária: não se solda dentro da zona húmida, a massa tem de ser inox e aparafusada, sem fendas onde o produto se acumule. Isto combina-se antes de sairmos, não à frente da máquina.
Grandes centrais de AVAC e ventilação de infraestruturas
Ventiladores de cobertura e de conduta, ventiladores plug de unidades de tratamento de ar, ventiladores de torres de arrefecimento com acionamento por correia, ventiladores de desenfumagem, ventilação de parques de estacionamento e de túneis. Aqui a queixa raramente vem do mecânico: vem do inquilino, do piso de escritórios ou da sala de servidores ao lado, porque a laje transmite a vibração. E a janela de trabalho é quase sempre noturna.
Metalomecânica, reparação naval e oficinas
Fusos e rebolos, ventiladores de exaustão de fumos de soldadura, sopradores de decapagem, bombas e acionamentos de estaleiro na zona da Mitrena e do Barreiro. Nestes casos o rotor vem muitas vezes de uma reparação recente, e o desequilíbrio é de montagem: encaixe do impulsor danificado, semiacoplamento remontado noutra posição, pás substituídas sem repor o par oposto.
Não publicamos nomes de clientes nem números de projetos concretos, nesta região ou em qualquer outra. Se quiser saber se já lidámos com uma máquina parecida, descreva o equipamento ao telefone e respondemos com franqueza.
A vibração típica destas máquinas e o que fazemos com ela
O quadro repete-se por setor. Abaixo estão os casos que, nesta região, mais vezes acabam numa deslocação, e o que a medição costuma mostrar quando lá chegamos. Note que metade das linhas não termina em equilibragem: é exatamente por isso que o vibrodiagnóstico vem primeiro.
| O que observa | Causa provável | O que fazemos |
|---|---|---|
| Ventilador de tiragem numa fábrica de cimento: o 1x sobe ao longo de semanas e desce um pouco depois de uma limpeza | Acumulação irregular de material nas pás, somada ao desgaste abrasivo dos bordos | Limpeza do rotor primeiro, equilibragem no local depois. Sem limpar, o resultado dura até ao próximo depósito |
| A máquina está dentro da norma a frio e fora da norma quando aquece | Deformação térmica do rotor e do veio, folgas que fecham com a temperatura | Medimos no regime quente e estabilizado. Equilibrar a frio um rotor destes é trabalho perdido |
| Ventilador de terminal portuário cujo 1x volta poucos meses depois de equilibrado | Corrosão por ar salino a comer as pás de forma desigual | Equilibragem útil mas assumidamente temporária, e escrevemos no relatório que a vida útil do rotor está limitada |
| Ventilador plug de uma UTA em edifício de escritórios: vibração sentida na laje, mas medição no apoio quase dentro da norma | Transmissão estrutural e possível ressonância do chassis ou dos apoios antivibráticos | Verificamos toda a gama de rotações antes de tocar em massas. Muitas vezes o problema é o apoio, não o rotor |
| Torre de arrefecimento com variador: vibração forte apenas numa faixa estreita de rotação | Ressonância da estrutura ou do veio de transmissão longo entre motor e ventilador | Ensaio em toda a gama, mudança da rotação de trabalho ou reforço dos apoios. Uma massa não desloca uma ressonância |
| Bomba de processo cujo nível muda quando se mexe na válvula | Hidráulica: cavitação, recirculação, funcionamento fora do ponto de funcionamento | Medição em dois regimes. Se a vibração acompanha o caudal, não é desequilíbrio e dizemo-lo no local |
| 2x elevado, vibração axial alta, diferença de fase de cerca de 180 graus através do acoplamento | Desalinhamento de eixos, pé mole | Primeiro eliminar o pé mole, depois o alinhamento de eixos, e só no fim a equilibragem |
| Britador de martelos: o nível dá um salto de um dia para o outro | Martelo partido ou perdido, jogo substituído sem repor a simetria | Verificação e reposição do jogo antes de qualquer massa de correção |
Os limites absolutos das zonas de vibração dependem do tipo de máquina, da potência e de a base ser rígida ou flexível: a parte e a edição aplicáveis da ISO 20816 têm de ser verificadas para a máquina em concreto, e há exceções. O grau de qualidade de equilibragem escolhe-se segundo a ISO 21940. O que registamos sempre é o antes e o depois nos mesmos pontos, na mesma direção e no mesmo regime, sem ajustar o resultado a uma linha conveniente da tabela.
Quanto custa uma deslocação a Lisboa e Setúbal
O preço do trabalho é o mesmo em todo o país e depende do tamanho do rotor, não da distância. O que a distância acrescenta são duas linhas: a deslocação e, quando o trabalho ultrapassa um dia, a diária.
- Lisboa, cerca de 320 km por estrada a partir de Gaia: ida e volta são cerca de 640 km, menos os 20 km incluídos, a 0,60 EUR por quilómetro, o que dá cerca de 370 EUR + IVA.
- Setúbal, cerca de 350 km: pela mesma conta, cerca de 410 EUR + IVA. Sines fica mais longe e sai proporcionalmente mais caro.
- A deslocação paga-se uma vez por visita, não por máquina. Duas ou seis máquinas no mesmo dia têm exatamente a mesma deslocação.
- A diária de 140 EUR por dia aplica-se quando o trabalho ultrapassa um dia. A esta distância, é o cenário normal e não a exceção.
- Fatura mínima por visita de 500 EUR. Uma única máquina no pacote S não atinge o mínimo, por isso a fatura será de 500 EUR.
- Se a serralharia e a soldadura forem feitas pelo seu pessoal, estão incluídas no preço e não paga por elas à parte.
- A todos os preços acresce IVA à taxa legal em vigor.
- Calculamos o valor exato da deslocação pelo percurso rodoviário até à sua morada e fixamo-lo no orçamento antes de sairmos de Gaia.
| Item | Condição | Preço + IVA |
|---|---|---|
| Vibrodiagnóstico com relatório | por cada máquina, cobrado sempre | 300 EUR |
| Equilibragem, pacote S | até 15 kW ou até 50 kg | +250 EUR |
| Equilibragem, pacote M | 15 a 75 kW ou 50 a 500 kg | +450 EUR |
| Equilibragem, pacote L | 75 a 300 kW ou 0,5 a 2 t | +700 EUR |
| Equilibragem, pacote XL | acima de 2 t ou rotação elevada | a partir de +1200 EUR |
| Trabalhos de serralharia AXILINE | sem soldadura / com soldadura | +150 / +400 EUR por rotor |
| Deslocação | os primeiros 20 km a partir da base estão incluídos | a partir daí 0,60 EUR por km, ida e volta |
| Diária | quando o trabalho ultrapassa um dia | 140 EUR por dia |
| Fatura mínima | por visita, independentemente do trabalho executado | 500 EUR |
Os valores de deslocação acima são uma ordem de grandeza para se orientar, não um orçamento. O orçamento vai por escrito, com a viagem já calculada para a sua morada concreta e o número de dias previsto, antes de qualquer deslocação.
Porque é que, a esta distância, se juntam máquinas
A conta é simples e não temos interesse em escondê-la. A deslocação e a diária são custos fixos da visita: pagam-se uma vez, quer trabalhemos numa máquina, quer em cinco. Cada máquina adicional acrescenta apenas o seu vibrodiagnóstico e o seu pacote de equilibragem.
Uma única máquina de porte médio em Lisboa: 300 EUR de vibrodiagnóstico com relatório, mais 450 EUR do pacote M, mais cerca de 370 EUR de deslocação, o que dá cerca de 1120 EUR + IVA por uma máquina. Quatro máquinas na mesma visita, duas médias e duas pequenas: 2600 EUR de trabalho, os mesmos 370 EUR de deslocação e uma diária de 140 EUR ao passar para o segundo dia, o que dá cerca de 3110 EUR + IVA, ou seja, cerca de 780 EUR por máquina. A viagem, que na primeira conta pesava um terço da fatura, passa a pesar pouco mais de um oitavo.
Por isso, a pergunta útil ao telefone não é quanto custa equilibrar este ventilador. É que outras máquinas há na unidade com queixas de vibração. Quase sempre a lista aparece: um segundo ventilador de aspiração, uma bomba que come empanques, um separador que ficou pior depois da última reparação.
- Máquinas suas noutras linhas ou noutro edifício da mesma unidade.
- Máquinas de outra unidade do mesmo grupo dentro da região, desde que caibam nos mesmos dois dias.
- Máquinas de uma empresa vizinha no mesmo parque industrial: a deslocação divide-se entre as duas faturas.
- Máquinas que ainda não estão más, mas cujo nível já subiu. Medi-las agora custa muito menos do que uma segunda deslocação daqui a três meses.
- Um vibrodiagnóstico de linha de base de várias máquinas, para passar a ter uma referência sua e não uma tabela genérica.
Com quatro ou cinco máquinas planeamos dois dias com pernoita e trabalhamos sem correr. Vale a pena insistir nisto: o trabalho apressado na quinta máquina, ao fim da tarde, é exatamente onde os erros aparecem.
Como decorre uma visita a Lisboa e Setúbal
- 01
Lista de máquinas e triagem antes de sair
Envia a lista: tipo de máquina, potência ou massa do rotor, rotação de trabalho, tipo de apoios e de acionamento, e o que mudou no último mês. Pelas fotografias e pelos números dizemos, ainda em Gaia, em que máquinas a equilibragem faz sentido e em quais é cedo de mais. Não vale a pena fazer 320 km para descobrir isso no local.
- 02
Orçamento e janela de paragem
Enviamos o custo do trabalho, a deslocação já calculada para a sua morada e o número de dias previsto. Você indica quando as máquinas podem mesmo ser paradas e arrancadas: paragem programada, turno da noite, fim de semana. A janela manda na data, não o contrário.
- 03
Acessos tratados com antecedência
Credenciais, autorização de trabalho, autorização de trabalho a quente se for preciso soldar, regras de zona ATEX, acesso a terminal portuário. Isto trata-se com dias de antecedência: uma manhã perdida à porta da portaria custa, nesta região, a deslocação inteira.
- 04
Primeiro dia: medir tudo, depois decidir a ordem
Chegamos de manhã e medimos todas as máquinas da lista logo no início, antes de equilibrar seja o que for. Só depois fixamos a ordem de trabalho. Assim, se o tempo apertar, o que fica por fazer é o menos urgente, e não o contrário.
- 05
Segundo dia: terminar e verificar a quente
Fechamos as máquinas em falta e voltamos a medir as do primeiro dia já depois de um turno em carga. É a vantagem de ficar: uma verificação com a máquina quente e assente, que uma ida e volta no mesmo dia simplesmente não permite.
- 06
Relatório e coeficientes guardados
Registamos os valores antes e depois nos mesmos pontos e no mesmo regime. Guardamos os coeficientes de influência de cada máquina, ou seja, a forma exata como aquele rotor responde à massa instalada. Numa próxima deslocação ao sul, isso permite uma equilibragem trim, um afinamento rápido sem novos arranques de teste.
Telefone e WhatsApp +351 931 831 229, email axilinegeral@gmail.com, Instagram @axiline.pt. Base: Rua das Colectividades 76 R/C ET, 4430-625 Vila Nova de Gaia. Um vídeo curto da máquina a trabalhar diz-nos mais do que uma descrição por palavras, sobretudo quando estamos a decidir se a viagem se justifica.
O que preparar antes de chegarmos
A preparação vale ainda mais a esta distância do que perto de casa. Junto ao Porto, uma condição em falta significa voltar na semana seguinte. Em Lisboa ou em Setúbal, significa uma deslocação inteira desperdiçada, com a viagem e a diária já gastas.
- Uma janela em que cada máquina possa ser parada e arrancada pelo menos três vezes seguidas.
- Acesso ao plano de correção: escotilha que abra, tampa amovível, janela na carcaça. Se não houver acesso, diga-nos antes, porque isso muda o plano de trabalho e às vezes muda a resposta.
- Superfícies limpas de metal nas chumaceiras para os sensores de vibração, sem tinta nem sujidade, porque o íman tem de assentar bem.
- Um local para a marca refletora no veio ou na polia, com linha de vista livre para o sensor de fase a laser.
- Uma tomada de 220 V perto da máquina para o portátil e o módulo.
- Rotor limpo de depósitos, se a acumulação for visível a olho nu. Isto é decisivo em cimento, alimentar e aspiração de poeiras.
- Fixações verificadas e apertadas: pés, chassis, fundação. Um pé mole, ou seja, um pé da máquina que não assenta bem na estrutura, estraga o resultado com mais certeza do que qualquer erro de cálculo.
- Serralheiro e soldador definidos. Com o seu pessoal está incluído no preço; com os nossos especialistas, mais 150 EUR por rotor sem soldadura ou 400 EUR por rotor com soldadura.
- Em zona ATEX ou sem autorização de trabalho a quente, confirme antes se pode haver soldadura. Se não puder, planeamos massas aparafusadas, e para isso é preciso haver furos ou pontos de fixação no rotor.
- Em indústria alimentar e adegas, confirme os materiais e o tipo de fixação admitidos na zona húmida.
- Em terminais portuários, refinarias e complexos petroquímicos, peça os cartões de acesso com dias de antecedência e envie-nos as regras de segurança do local.
- Em edifícios de escritórios, hospitais e centros comerciais, confirme quem abre a cobertura ou a casa das máquinas à noite e se há linha de vida ou ponto de amarração.
As exigências de segurança do seu local mandam sempre sobre a nossa agenda. Preferimos adiar uma máquina a improvisar num sítio onde a improvisação não é permitida, e dizemos isso antes de sairmos de Gaia, não à frente do quadro elétrico.
Perguntas frequentes
Têm equipa em Lisboa ou vêm do Porto?
Vimos do Porto, mais exatamente de Vila Nova de Gaia, onde fica a nossa única base. Não temos escritório, oficina nem técnicos residentes em Lisboa, em Setúbal ou em Sines. São cerca de 320 km até Lisboa e cerca de 350 km até Setúbal pela A1, três a quatro horas de estrada em cada sentido. Na prática, isso significa que uma deslocação ao sul se planeia com antecedência e quase sempre como visita de dois dias, e não se marca para o dia seguinte.
Quanto custa a deslocação até Lisboa ou Setúbal?
Os primeiros 20 km a partir da base estão incluídos no preço e, a partir daí, conta-se 0,60 EUR por quilómetro, ida e volta. Para Lisboa, com cerca de 640 km de ida e volta, dá cerca de 370 EUR + IVA; para Setúbal, cerca de 410 EUR + IVA. Quando o trabalho ultrapassa um dia acresce a diária de 140 EUR por dia. A fatura mínima por visita é de 500 EUR e a todos os preços acresce IVA. Calculamos o valor exato pelo percurso rodoviário até à sua morada e fixamo-lo no orçamento antes de sairmos, para não haver surpresas no local.
Vale a pena chamar-vos para uma só máquina?
Pode, mas convém saber o que isso significa na fatura. Numa única máquina de porte médio em Lisboa, a deslocação representa cerca de um terço do total. Com quatro máquinas na mesma visita passa a representar pouco mais de um oitavo, porque a deslocação e a diária se pagam uma vez e cada máquina adicional só acrescenta os 300 EUR de vibrodiagnóstico e o seu pacote de equilibragem. Junte as suas máquinas, as de outra unidade do grupo, ou combine com uma empresa vizinha do mesmo parque industrial e dividam a deslocação entre as duas faturas.
Trabalham em zona ATEX, refinaria ou terminal portuário?
Trabalhamos sob as regras de segurança do seu local e elas mandam sobre a nossa agenda. Duas coisas mudam o plano e é melhor sabê-las antes de marcar. Primeira: sem autorização de trabalho a quente não há soldadura, e nesse caso a correção faz-se com massas aparafusadas, o que exige furos ou pontos de fixação no rotor. Segunda: os cartões de acesso a terminais e complexos petroquímicos levam dias a tratar, por isso pedimo-los assim que a data fica fechada. Não somos organismo certificador nem emitimos autorizações de trabalho: cumprimos as suas.
E se, depois de 320 km, se verificar que não é desequilíbrio?
Primeiro, trabalhamos para que isso não aconteça: analisamos as suas fotografias, números e vídeo antes de sair e, se o quadro apontar para desalinhamento de eixos, rolamento em degradação, fixações soltas ou ressonância, dizemo-lo ao telefone em vez de fazer a viagem à toa. Segundo, se se confirmar no local, fica na mesma com o vibrodiagnóstico e o relatório. Os 300 EUR por máquina são sempre cobrados justamente porque a medição e o diagnóstico são feitos em qualquer caso, e é deles que sai o primeiro passo a dar, com números em vez de suposições. Ouve isso no local, e não num relatório uma semana depois.
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O vibrodiagnóstico de uma máquina, com parecer e relatório escrito, custa 300 EUR. Se a equilibragem for exequível, é acrescentada conforme o tamanho do rotor: S +250, M +450, L +700, XL a partir de +1200 EUR — total entre 550 e 1500 EUR ou mais por máquina, num ou dois planos sem custo adicional. Se a equilibragem não for possível, por exemplo devido a rolamentos partidos, paga apenas o diagnóstico e a deslocação — e recebe um relatório com a causa da vibração. Fatura mínima por visita de 500 EUR, todos os preços + IVA.
Equilibragem de rotores no Porto e em Vila Nova de Gaia: base perto de si, deslocações a todo o país
Sim, o Porto e Vila Nova de Gaia são a nossa região de base, trabalhamos em todo o norte de Portugal e, combinando a data com antecedência, deslocamo-nos a qualquer ponto do país. Os primeiros 20 km de deslocação a partir da base estão incluídos no preço, a partir daí 0,60 EUR por quilómetro, ida e volta. Fatura mínima por visita de 500 EUR, tempo mínimo no local de 4 horas, adiantamento de 50%, todos os preços + IVA. Calculamos o valor exato para a sua morada com base no percurso e enviamo-lo antes da deslocação, para não haver surpresas no local. Envie o tipo de máquina, a rotação, a potência ou a massa do rotor e algumas fotografias do equipamento para o WhatsApp +351 931 831 229, e diremos se a equilibragem sequer ajuda neste caso.
Equilibragem de rotores no local de exploração, nos próprios apoios
A equilibragem no local de exploração significa que o rotor fica na máquina. Colocamos dois acelerómetros (sensores de vibração) nos apoios dos rolamentos, apontamos o sensor de fase a laser para a marca refletora, medimos a vibração inicial, fazemos um ou dois arranques de prova com massa conhecida, calculamos a massa e o ângulo de correção, fixamos os contrapesos e repetimos a medição. Recebe um relatório com os números antes e depois. Uma visita típica ocupa um dia de trabalho, o vibrodiagnóstico com relatório custa 300 EUR por unidade, a equilibragem acresce a partir de 250 EUR, a fatura mínima por visita é de 500 EUR.
Descreva o equipamento e o problema
Respondemos às suas perguntas, esclarecemos os dados iniciais e informamos o que é necessário para o orçamento e a deslocação.