Início · Serviços de equilibragem e vibrodiagnóstico: por onde começar no seu caso
Deslocações: Coimbra, Baixo Mondego, Figueira da Foz

Equilibragem de rotores no local em Coimbra: 110 km a sul da nossa base

A sua máquina está em Coimbra, a nossa base está em Vila Nova de Gaia. São cerca de 110 km de autoestrada, pouco mais de uma hora, e é assim que trabalhamos: aparelhos no carro, equilibragem do rotor nos próprios apoios da máquina, medição antes e depois. Não temos delegação, oficina nem técnico residente no distrito, por isso a deslocação aparece na fatura com quilómetros contados. Em troca, uma visita bem preparada faz várias máquinas no mesmo dia — e é isso que torna a viagem rentável para si.

Atualizado em 27 de agosto de 2026 · por AXILINE · Vila Nova de Gaia

Em resumo: Sim, deslocamo-nos a Coimbra e a todo o Baixo Mondego, embora a nossa única base seja em Vila Nova de Gaia, a cerca de 110 km. A deslocação conta-se assim: os primeiros 20 km a partir da base estão incluídos, os restantes a 0,60 EUR por quilómetro, ida e volta — para uma morada em Coimbra, com cerca de 220 km de percurso total, dá cerca de 120 EUR. O vibrodiagnóstico com relatório custa 300 EUR por máquina e é cobrado sempre; a equilibragem acresce conforme o tamanho do rotor: +250 EUR no pacote S, +450 EUR no M, +700 EUR no L e a partir de +1200 EUR no XL. Se o trabalho passar de um dia, acrescem ajudas de custo de 140 EUR por dia. A fatura mínima por visita é de 500 EUR e a todos os preços acresce IVA. A esta distância, o que faz a diferença é juntar várias máquinas na mesma visita: o custo fixo reparte-se, em vez de recair sobre um único rotor.

Coimbra fica a 110 km da nossa base: o que isso muda

Não temos escritório, oficina nem pessoal em Coimbra. Temos uma base, em Vila Nova de Gaia, e um carro que faz a A1 para sul. São cerca de 110 km até à cidade. É isto que está por trás de cada orçamento para o distrito: um percurso real, contado ida e volta, e não uma morada de fachada no mapa.

Uma deslocação a Coimbra distingue-se de uma deslocação a Matosinhos em dois pontos. Primeiro, a viagem entra na fatura. Segundo, voltar no dia seguinte por causa de um pormenor esquecido custa outra viagem. Por isso preparamos estas visitas com mais detalhe do que no raio próximo: confirmamos antes o acesso ao plano de correção — o ponto do rotor onde se instala a massa —, o estado das chumaceiras, quem faz a parte de serralharia e qual é a janela real de paragem.

A consequência prática é simples: a Coimbra vale a pena vir com trabalho para o dia inteiro. Uma máquina sozinha paga na mesma a fatura mínima e a deslocação; três máquinas repartem esse custo fixo por três. Se já tem uma paragem marcada, é o momento de juntar tudo o que anda a vibrar na instalação.

Se a máquina estiver na Figueira da Foz e não em Coimbra, o cálculo é o mesmo — muda apenas a quilometragem. Diga-nos a morada exata e devolvemos o valor da deslocação por escrito antes de sairmos de Gaia.

Quanto custa uma visita a Coimbra: as contas feitas

O preço do trabalho não muda com a distância. Muda com o tamanho do rotor. A distância entra apenas na linha da deslocação, e essa linha é aritmética simples que pode conferir.

Para quem está a 110 km e tem muitas máquinas há ainda um caminho alternativo: comprar o aparelho e passar a fazer parte do trabalho internamente. O Balanset-1A custa 1975 EUR + IVA e a versão OEM 1735 EUR + IVA. Não substitui a primeira visita, porque o método tem de ser aprendido com as máquinas à frente, mas resolve o dia a dia sem esperar por uma deslocação.

ItemCondiçãoPreço + IVA
Vibrodiagnóstico com relatóriopor cada máquina, cobrado sempre300 EUR
Equilibragem, pacote Saté 15 kW ou até 50 kg+250 EUR
Equilibragem, pacote M15–75 kW ou 50–500 kg+450 EUR
Equilibragem, pacote L75–300 kW ou 0,5–2 t+700 EUR
Equilibragem, pacote XLacima de 2 t ou rotação elevadaa partir de +1200 EUR
Trabalhos de serralharia AXILINEsem soldadura / com soldadura+150 / +400 EUR por rotor
Deslocaçãoos primeiros 20 km a partir da base estão incluídosa partir daí 0,60 EUR por km, ida e volta
Ajudas de custoquando o trabalho passa de um dia140 EUR por dia
Fatura mínima por visitaqualquer que seja o pacote500 EUR

A todos os valores acresce IVA à taxa legal em vigor. O tempo mínimo no local é de 4 horas: não é uma sobretaxa, é o tempo que a medição inicial, os arranques de teste e a verificação do resultado realmente ocupam.

Pasta, papel e floresta: as máquinas do vale do Mondego

O corredor entre Coimbra e a Figueira da Foz é território de pasta, papel e madeira. O eucalipto entra por estilhaçadores, sai como fibra e leva atrás de si um parque de máquinas rotativas que vive em ambiente abrasivo, húmido e quente. É o setor da região que gera desequilíbrio mais depressa.

Quase todas estas máquinas trabalham em processo contínuo. A janela de paragem não se inventa: ou é uma paragem programada, ou é a paragem geral. Por isso as visitas a este setor combinam-se com semanas de antecedência e quase nunca são para uma máquina só.

Estilhaçadores e tambores descascadores

O disco perde equilíbrio a cada jogo de facas: desgaste desigual, uma faca substituída isoladamente, um contra-gume mal assente. O sintoma clássico é a pancada uma vez por rotação que aparece logo a seguir à manutenção das facas. Aqui o equilíbrio é consumível, não é um acerto para a vida da máquina.

Tiragem de caldeiras de biomassa

Cinza e sais colam-se às pás de forma desigual e o gás quente encurva o veio. A amplitude sobe devagar durante semanas e depois dá um salto num minuto, quando uma placa de incrustação se solta. Medimos com a máquina quente e instalamos as massas quando a carcaça já é segura para trabalhar.

Exaustão de secadores e capotas

Fibra húmida, resina e condensado formam depósito do lado de dentro da turbina. Equilibrar por cima de um depósito é dinheiro deitado fora: o resultado dura até à camada seguinte. Primeiro limpeza, depois massas.

Bombas de pasta e bombas de vácuo

Rodete gasto pelas cargas minerais, entupimento com fibra, anéis de desgaste no fim de vida. Aqui é preciso separar bem as coisas: cavitação e passagem de pás não são desequilíbrio e não se resolvem com massas. Vêem-se no espectro e ficam escritas no relatório.

Ventiladores de torres de arrefecimento

Pá longa, leve, de grande diâmetro, com ângulo regulável, a trabalhar em humidade permanente. Reage a massas muito pequenas e obriga a passos curtos. Vale sempre a pena verificar primeiro a dispersão do ângulo entre pás: um ângulo fora do sítio imita desequilíbrio.

Agitadores, refinadores e transmissões

Veios longos, acoplamentos, transmissões por correia. Nestes conjuntos a vibração raramente é só desequilíbrio: aparece desalinhamento, que é uma causa de vibração ligada à posição relativa dos veios. A correção nesse caso chama-se alinhamento de veios e é um trabalho diferente de instalar massas no rotor.

Nada disto se decide à distância. Antes de sairmos de Gaia queremos a rotação de trabalho, o nível global em mm/s em cada apoio e, se existir, a componente 1x com fase. Com estes números dizemos ao telefone quais das suas máquinas faz sentido incluir na visita e quais é melhor deixar de fora.

Moldes, maquinação e metalomecânica

A poente e a sul de Coimbra estende-se o país dos moldes e da maquinação de precisão, e à volta da cidade há oficinas metalomecânicas, injeção de plástico e transformação. Neste setor a vibração não se mede primeiro num aparelho: mede-se na peça. Aparece como marca na superfície, como desgaste rápido de ferramenta, como uma tolerância que deixou de sair.

Uma ressalva honesta: nem toda a trepidação numa máquina-ferramenta é desequilíbrio. Chatter (vibração autoexcitada do corte), folga em guias, rolamentos de fuso no fim de vida e ressonância da estrutura deixam marcas parecidas na peça e não melhoram com massas. É por isso que o vibrodiagnóstico de 300 EUR por máquina é sempre cobrado: é ele que separa os casos, e a metodologia de referência é a da ISO 13373.

Agroalimentar do Baixo Mondego

Os campos do Mondego, o arroz, o vinho da Bairrada e do Dão, os lacticínios, o azeite e a transformação hortofrutícola dão à região um parque rotativo próprio, com uma regra que muda a forma de trabalhar: em zona alimentar não se solda e não se improvisa fixação.

Descasque e moagem de arroz

Rotores de descascadores, cones de branqueamento, martelos, elevadores e transportadores de rosca. O desequilíbrio chega com o desgaste do jogo de martelos e com a substituição parcial de peças. A poeira é fina e inflamável, o que condiciona a forma de trabalhar no local.

Aspiração e secagem

Ventiladores de ciclones, de secadores e de aspiração de silos. Depósito orgânico do lado interior da turbina, humidade e sazonalidade: a máquina passa meses parada e volta a arrancar já desequilibrada.

Separadores, centrífugas e decantadores

Lacticínios e azeite trabalham com máquinas de rotação alta e tambor fechado. Aqui o desequilíbrio vem quase sempre de produto acumulado dentro do tambor ou de uma limpeza incompleta, e não do rotor em si. A ordem correta é limpar, verificar e só depois medir.

Frio industrial e câmaras

Ventiladores de evaporadores e de condensadores, compressores, torres de arrefecimento. São muitas unidades pequenas do mesmo tipo no mesmo edifício: exatamente o caso em que uma deslocação a Coimbra se paga, porque se fazem várias numa visita.

Adegas e linhas de enchimento

Bombas, desengaçadores, tambores e acionamentos de transportadores. Trabalho concentrado na campanha: fora dela há janela para parar, durante a campanha não há nenhuma.

Fixação das massas em zona alimentar

Sem soldadura, sem massas magnéticas deixadas na máquina, sem colagens improvisadas. Massas em inox aparafusadas em furos previstos, ou remoção controlada de metal por furação. Isto combina-se antes da visita, não em cima do joelho no local.

Se o produto for higroscópico ou colante, diga-o no pedido. Muda a decisão mais importante do dia: se vale a pena equilibrar já ou se a máquina precisa primeiro de uma limpeza a sério. Equilibrar um rotor sujo devolve o problema com o próximo depósito.

Utilities de hospitais, universidade e edifícios técnicos

Coimbra é uma cidade de hospitais, laboratórios e campus universitário. O equipamento rotativo destes edifícios é discreto — vive na cobertura, na cave e nas casas das máquinas — e chega até nós quase sempre pela mesma via: alguém no piso de baixo queixa-se de um zumbido que não pára.

Este trabalho tem regras próprias e é melhor dizê-las antes de orçamentar. Muitas destas máquinas assentam sobre apoios antivibráticos, ou seja, em base flexível: isso muda a parte aplicável da ISO 20816 e muda a interpretação do que se mede. E em zona clínica não há soldadura, não há poeira e não há improviso.

Se a queixa for de ruído estrutural, deixe-nos medir antes de encomendar equilibragem. Apoios antivibráticos no fim de vida, pé mole (assentamento imperfeito do pé da máquina na estrutura), fixações soltas e ressonância de laje explicam uma boa parte destes casos, e nenhum deles se corrige com massas no rotor. A parte e a edição aplicáveis da ISO 20816 verificam-se para cada máquina em concreto.

Como decorre uma visita a Coimbra

A ordem abaixo não é burocracia. Numa deslocação de 110 km, cada passo saltado transforma-se em quilómetros repetidos, e esses pagam-se.

  1. 01

    Descreva o que há para fazer

    Lista das máquinas, tipo, potência ou massa do rotor, rotação de trabalho, tipo de apoios e de acionamento, morada exata. Com uma lista, e não com uma máquina isolada, o orçamento sai melhor para si.

  2. 02

    Envie números e fotografias

    Nível global em mm/s por apoio, componente 1x com fase se tiver, fotografias das chumaceiras e do acesso ao plano de correção, e um vídeo curto com a máquina a trabalhar. É isto que evita uma viagem inútil de 110 km.

  3. 03

    Receba o orçamento com a deslocação calculada

    Pacote por máquina, deslocação pelo percurso real, ajudas de custo se o trabalho passar de um dia. Fica tudo fixado antes de sairmos de Gaia.

  4. 04

    Combine a janela e trate os acessos

    Paragens e arranques, credenciais, autorização de trabalho, bloqueio de arranque, serralheiro e eletricista no turno. Numa deslocação longa é a janela que manda na agenda, não o contrário.

  5. 05

    Dia de trabalho no local

    Medição inicial em todas as máquinas da lista, verificação da mecânica, arranques de teste, cálculo e instalação das massas, medição de controlo nos mesmos pontos e no mesmo regime. O que não for desequilíbrio fica dito no local e escrito no relatório.

Telefone e WhatsApp: +351 931 831 229. Email: axilinegeral@gmail.com. Instagram: @axiline.pt. Base: Rua das Colectividades 76 R/C ET, 4430-625 Vila Nova de Gaia. Para pedidos de Coimbra, o WhatsApp é o caminho mais rápido: fotografias e um vídeo curto da máquina a trabalhar dizem mais do que meia hora de descrição por palavras.

Perguntas frequentes

Têm equipa ou oficina em Coimbra?

Não. A AXILINE tem uma única base, em Vila Nova de Gaia, na Rua das Colectividades 76 R/C ET, e desloca-se ao cliente. Até Coimbra são cerca de 110 km por sentido. Não temos filial, armazém nem técnico residente no distrito, e preferimos dizê-lo a fingir uma morada local: assim sabe de onde sai o carro e por que quilómetros está a pagar. O trabalho no local é o mesmo que fazemos no Porto — equilibragem nos próprios apoios da máquina, sem desmontar o rotor.

Quanto custa a deslocação até Coimbra?

A regra é a mesma para todo o país: os primeiros 20 km a partir da base estão incluídos no preço e os restantes contam 0,60 EUR por quilómetro, ida e volta. Para uma morada em Coimbra são cerca de 220 km de percurso total, menos os 20 incluídos: cerca de 200 km a 0,60 EUR, ou seja perto de 120 EUR + IVA. Se o trabalho passar de um dia, acrescem 140 EUR por dia de ajudas de custo, mas a deslocação continua a contar-se uma vez. O valor exato é calculado pelo percurso rodoviário até à sua morada e fica escrito no orçamento antes de sairmos.

Vale a pena chamar-vos por causa de uma máquina só?

Sinceramente, é o caso menos vantajoso. Uma máquina pequena dá 300 EUR de vibrodiagnóstico mais 250 EUR do pacote S, cerca de 550 EUR, e ainda a deslocação de cerca de 120 EUR; a fatura mínima por visita é de 500 EUR. Com três máquinas na mesma visita, o custo fixo reparte-se e o valor por rotor desce claramente. Vale a pena olhar em redor: outra unidade sua na Figueira da Foz, em Cantanhede ou na Lousã, ou uma empresa vizinha com o mesmo problema, entram no mesmo dia de trabalho.

Conseguem trabalhar de noite ou durante a paragem programada?

Sim, e é assim que se trabalha na maioria das instalações contínuas do vale do Mondego. Quem define a janela é a instalação, não a nossa agenda: precisamos de poder parar e arrancar a máquina três vezes no mínimo, à rotação de trabalho. Diga-nos as datas da paragem programada ou o turno de noite disponível e confirmamos se conseguimos encaixar. Numa paragem geral, planeie o pedido com semanas de antecedência e junte todas as máquinas da lista — é o cenário em que uma deslocação de 110 km rende mais.

E se, no local, a causa não for desequilíbrio? Perdemos a viagem?

Dizemos isso no próprio dia, com os números da medição à frente, e não depois de arranques de teste inúteis. O vibrodiagnóstico com relatório custa 300 EUR por máquina e é cobrado sempre, precisamente porque é ele que responde à pergunta: fica a saber o que se passa e o que fazer a seguir. A equilibragem só reduz a componente 1x. Não corrige desalinhamento — para isso o trabalho é o alinhamento de veios —, nem rolamentos no fim de vida, nem fixações soltas, nem ressonância de estrutura. Para reduzir o risco antes de percorrer 110 km, envie-nos previamente os níveis por apoio e fotografias: em muitos casos conseguimos avisar por telefone que ainda é cedo para uma visita.

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Preços: vibrodiagnóstico e equilibragem em separado

O vibrodiagnóstico de uma máquina, com parecer e relatório escrito, custa 300 EUR. Se a equilibragem for exequível, é acrescentada conforme o tamanho do rotor: S +250, M +450, L +700, XL a partir de +1200 EUR — total entre 550 e 1500 EUR ou mais por máquina, num ou dois planos sem custo adicional. Se a equilibragem não for possível, por exemplo devido a rolamentos partidos, paga apenas o diagnóstico e a deslocação — e recebe um relatório com a causa da vibração. Fatura mínima por visita de 500 EUR, todos os preços + IVA.

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Equilibragem de rotores no Porto e em Vila Nova de Gaia: base perto de si, deslocações a todo o país

Sim, o Porto e Vila Nova de Gaia são a nossa região de base, trabalhamos em todo o norte de Portugal e, combinando a data com antecedência, deslocamo-nos a qualquer ponto do país. Os primeiros 20 km de deslocação a partir da base estão incluídos no preço, a partir daí 0,60 EUR por quilómetro, ida e volta. Fatura mínima por visita de 500 EUR, tempo mínimo no local de 4 horas, adiantamento de 50%, todos os preços + IVA. Calculamos o valor exato para a sua morada com base no percurso e enviamo-lo antes da deslocação, para não haver surpresas no local. Envie o tipo de máquina, a rotação, a potência ou a massa do rotor e algumas fotografias do equipamento para o WhatsApp +351 931 831 229, e diremos se a equilibragem sequer ajuda neste caso.

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A equilibragem no local de exploração significa que o rotor fica na máquina. Colocamos dois acelerómetros (sensores de vibração) nos apoios dos rolamentos, apontamos o sensor de fase a laser para a marca refletora, medimos a vibração inicial, fazemos um ou dois arranques de prova com massa conhecida, calculamos a massa e o ângulo de correção, fixamos os contrapesos e repetimos a medição. Recebe um relatório com os números antes e depois. Uma visita típica ocupa um dia de trabalho, o vibrodiagnóstico com relatório custa 300 EUR por unidade, a equilibragem acresce a partir de 250 EUR, a fatura mínima por visita é de 500 EUR.

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