Equilibragem de rotores no local em Braga: deslocamo-nos de Vila Nova de Gaia, a 55 km
A AXILINE não tem oficina em Braga. Tem uma base, em Vila Nova de Gaia, e um carro que sobe a A3 com os aparelhos Balanset lá dentro. São cerca de 55 km até ao Cávado. Chegados ao local, medimos a vibração nas chumaceiras e equilibramos o rotor nos seus próprios apoios, sem desmontar nada e sem enviar a peça para fora. Esta página explica o que muda quando o cliente fica a 55 km da base: como se conta a deslocação, que máquinas do Minho nos chamam mais vezes e porque é que juntar duas ou três máquinas numa só visita altera a conta toda.
Braga a 55 km: uma base, sem filial
A morada da base é Rua das Colectividades 76 R/C ET, 4430-625 Vila Nova de Gaia. É de lá que sai o engenheiro e é de lá que se contam os quilómetros. Não temos escritório, armazém nem técnico residente em Braga, e preferimos dizê-lo já: quem prometer uma equipa «na sua zona» a partir de uma base única está a contar-lhe outra história.
Na prática, a distância pesa menos do que parece. São cerca de 55 km pela A3 — menos tempo de estrada do que costuma demorar, no local, delimitar a zona e montar os sensores na máquina. Um pedido em Braga cabe num dia de trabalho normal, com regresso à base ao fim do dia.
O que a distância muda mesmo é a facilidade de voltar. No Porto, se a máquina precisar de uma segunda medição já quente, passa-se lá na semana seguinte quase sem custo. Em Braga, uma segunda visita é uma segunda deslocação e volta a contar para a fatura mínima. Por isso preparamos a ida a Braga para ficar resolvida à primeira: mais perguntas antes de sair, mais fotografias pedidas, janela de paragem confirmada por escrito.
- Distrito de Braga: Braga, Barcelos, Guimarães, Vila Nova de Famalicão, Vila Verde, Póvoa de Lanhoso, Amares, Fafe, Vizela, Esposende.
- Parques e zonas industriais ao longo da A3 e da A11 e o eixo do Vale do Ave até Santo Tirso e Trofa.
- Viana do Castelo e o Alto Minho entram no mesmo tipo de deslocação, com mais alguns quilómetros na conta.
- A distância é contada pelo percurso rodoviário a partir de Gaia, não pela linha reta no mapa.
Se o equipamento estiver num parque industrial com portaria, credenciação e regras de entrada de viaturas, diga-nos no pedido. Chegar às oito da manhã e ficar quarenta minutos na guarita é a forma mais banal de queimar uma janela de paragem que custou duas semanas a combinar.
Quanto custa a deslocação a Braga, com as contas à vista
O preço do trabalho depende do tamanho do rotor, não da marca da máquina nem da distância. A distância entra apenas na linha da deslocação, e essa é fácil de verificar sozinho: 55 km de percurso, menos os 20 km de ida incluídos, restam 35 km contados ida e volta a 0,60 EUR.
- Fatura mínima por visita: 500 EUR. Uma máquina pequena em Braga — diagnóstico 300 + pacote S 250 + deslocação 42 — fecha em 592 EUR + IVA e já ultrapassa o mínimo.
- Um ventilador de 30 kW, pacote M: 300 + 450 + 42 = 792 EUR + IVA.
- Tempo mínimo no local: 4 horas. Não é sobretaxa de urgência, é o tempo real da medição inicial, dos arranques de teste e da verificação do resultado.
- Se as massas forem fixadas pelo seu serralheiro e soldador, está incluído no preço. Com o nosso especialista, +150 EUR por rotor sem soldadura ou +400 EUR por rotor com soldadura.
- A diária de 140 EUR aplica-se quando o trabalho obriga a ficar mais de um dia. A 55 km isso é raro: normalmente regressamos à base e voltamos no dia seguinte, e dizemos no orçamento qual das duas opções lhe sai mais barata.
- Adiantamento de 50%, o restante depois do trabalho. A todos os preços acresce IVA à taxa legal em vigor.
- Portagens, estacionamento e licenças especiais de acesso, quando existirem, são cobrados pelo custo real.
| Item | Condição | Preço + IVA |
|---|---|---|
| Vibrodiagnóstico com relatório | por cada máquina, cobrado sempre | 300 EUR |
| Equilibragem, pacote S | até 15 kW ou até 50 kg | +250 EUR |
| Equilibragem, pacote M | 15–75 kW ou 50–500 kg | +450 EUR |
| Equilibragem, pacote L | 75–300 kW ou 0,5–2 t | +700 EUR |
| Equilibragem, pacote XL | acima de 2 t ou rotação elevada | a partir de +1200 EUR |
| Fixação das massas pela AXILINE | sem soldadura / com soldadura | +150 / +400 EUR por rotor |
| Deslocação a Braga | 55 km; os primeiros 20 km de ida incluídos | cerca de 42 EUR (35 km × 2 × 0,60) |
| Diária | só quando o trabalho obriga a pernoitar | 140 EUR por dia |
O valor da deslocação fica fixado no orçamento antes de sairmos de Gaia. Se, à chegada, se verificar que a máquina não reúne condições para ser equilibrada, o diagnóstico e a deslocação são cobrados na mesma e a fatura sobe ao mínimo de 500 EUR — mas leva um relatório com a causa e a lista do que há a reparar, e isso costuma poupar a viagem seguinte.
As máquinas que o Minho tem e nos chamam mais vezes
A indústria à volta de Braga não é a do Porto. Aqui domina a fábrica de processo, com turnos longos e máquinas que trabalham em ambiente sujo, quente ou húmido — e é isso, mais do que a idade do equipamento, que gera desequilíbrio. Em quase todos os casos abaixo, o desequilíbrio não é defeito de origem: forma-se em serviço, semana após semana.
Têxtil e acabamento do Vale do Ave
Ventiladores de circulação das râmolas, a trabalhar a 150–200 °C com cotão e resinas de acabamento a cozer nas pás de forma desigual. Turbinas de aspiração de cotão em fiação e tecelagem. Bombas de circulação de tinturaria e hidroextratores. Nas râmolas o desequilíbrio cresce em semanas e volta a mudar assim que se limpa a turbina, por isso aqui a equilibragem tem de entrar no plano de manutenção em vez de ser chamada em pânico. Nos hidroextratores há uma distinção a fazer: carga mal distribuída no cesto não é desequilíbrio do rotor e não se corrige com massas.
Injeção de plásticos e componentes
Moinhos granuladores ao lado das prensas: o rotor de facas perde equilíbrio de cada vez que se afia ou se substitui uma faca sem repor o jogo completo. Ventiladores de chillers e de torres de arrefecimento na cobertura, com pás longas, leves e de ângulo regulável, sensíveis a massas muito pequenas — equilibram-se em passos curtos. Sopradores e bombas de vácuo do transporte central de material, ventiladores de desumidificadores e de tremonhas de secagem.
Metalomecânica, moldes e serralharia
Rebolos, que precisam de ser reequilibrados depois de cada diamantagem, e fusos de máquinas-ferramentas, onde a vibração aparece primeiro no acabamento da superfície e só depois no ouvido. Turbinas de granalhadoras, cujas pás se desgastam depressa e se substituem em jogo. Ventiladores de extração de fumos de soldadura e de corte, com pó abrasivo a desgastar um lado da turbina. Polias de transmissão por correia empenadas ou com casquilho cónico solto.
Agroalimentar e avicultura
Separadores e centrífugas de laticínios, ventiladores de recirculação de fornos de panificação com farinha e gordura nas pás, moinhos de martelos de fábricas de rações, ventiladores de pavilhões avícolas e de condensadores de frio. As instalações avícolas e de frio têm dezenas de ventiladores iguais no mesmo sítio, o que faz delas o melhor candidato do Minho a uma visita agrupada. As exigências de higiene condicionam a forma de fixar as massas e combinam-se antes da deslocação.
Granito e transformação de pedra
O Minho é região de granito, e a extração e a transformação trazem britadores, crivos vibrantes, ventiladores de despoeiramento e acionamentos de transportadores. Pó abrasivo, martelos e revestimentos substituídos por jogos, humidade constante: aqui o desequilíbrio comporta-se como consumível, não como avaria, e ganha-se mais em medir por rondas do que em esperar pelo ruído.
Ventilação de naves e armazéns
Ventiladores de cobertura e de conduta em naves industriais, armazéns logísticos e superfícies comerciais. A queixa costuma vir de quem está por baixo, não do mecânico. Antes de pôr massas verificamos a ressonância da estrutura de apoio: numa base flexível, as massas dão um resultado que desaparece na primeira mudança de regime.
Não publicamos nomes de clientes nem números de casos. Se quiser saber se já trabalhámos numa máquina parecida, descreva o equipamento ao telefone — respondemos com franqueza, incluindo quando a resposta é «esta nunca fizemos».
Uma máquina ou três: é aqui que se decide a conta
A estrada até Braga custa cerca de 42 EUR. O que pesa na fatura não é a distância, é o dia: fatura mínima de 500 EUR por visita e um mínimo de 4 horas no local. Uma máquina sozinha paga sozinha o dia inteiro.
A partir da segunda máquina na mesma visita, cada máquina adicional fica 20% mais barata na soma «diagnóstico + equilibragem» (30% a partir da décima). Como a deslocação continua a ser uma só, o efeito nota-se logo na segunda máquina.
- Conta como mesma visita: mesma morada, ou moradas a poucos minutos umas das outras, no mesmo dia.
- Todas as máquinas têm de ter janela de paragem no mesmo turno. Não adianta ter três máquinas se duas só podem parar no mês seguinte.
- Máquinas de tamanhos diferentes podem entrar na mesma visita: o pacote é calculado rotor a rotor.
- Se não tem três máquinas, é provável que tenha vizinhos. Nos parques industriais de Braga, Famalicão e Guimarães as naves estão coladas umas às outras e é frequente a empresa do lado ter o mesmo ventilador com a mesma queixa. Combinar a data a dois divide a deslocação e dá a ambos o desconto de máquina adicional.
| Cenário | Cálculo | Total + IVA | Por máquina |
|---|---|---|---|
| Um ventilador M sozinho, em Braga | 300 + 450 + 42 | 792 EUR | 792 EUR |
| Três ventiladores M na mesma visita | 750 + 600 + 600 + 42 | 1992 EUR | 664 EUR |
| As mesmas três máquinas, em duas visitas | 792 + (750 + 600 + 42) | 2184 EUR | 728 EUR |
Antes de marcar, faça uma volta pela nave com uma pergunta na cabeça: que outra máquina anda a roncar e ninguém teve tempo de ver? No Porto essa pergunta é uma boa prática. Em Braga, vale dinheiro.
Como decorre um dia de trabalho em Braga
- 01
Saída de Gaia ao início da manhã
Saímos cedo para apanhar a A3 antes do trânsito de entrada em Braga e chegar dentro da janela combinada. Se houver portaria, credenciação e registo de viatura, contamos esse tempo à parte, e não à custa das suas 4 horas de máquina parada.
- 02
Primeira meia hora: medir, não equilibrar
Antes de qualquer massa, medimos a vibração global e a componente 1× com fase em cada apoio e verificamos a mecânica: aperto dos pés, folgas, estado dos rolamentos, pé mole — o assentamento imperfeito do pé da máquina na estrutura. É nesta meia hora que se decide se a equilibragem faz sentido ou se estaríamos a atirar massas a um problema que não é desequilíbrio.
- 03
Arranques de teste à rotação de trabalho
Massa de teste, arranque, medição, cálculo dos coeficientes de influência — a forma exata como este rotor responde à massa instalada. São no mínimo três arranques. Esta é a parte que depende de si: cada arranque precisa da sua autorização e do seu pessoal.
- 04
Massa de correção e medição de controlo
Colocação da massa nos planos de correção, arranque de controlo, medição nos mesmos pontos, na mesma direção e no mesmo regime da medição inicial. Os números antes e depois ficam registados tal como saíram, sem os aproximar de uma linha conveniente de tabela.
- 05
Segunda e terceira máquinas, se houver janela
Com a equipa já no local e os aparelhos montados, a máquina seguinte custa sobretudo o tempo de mudar os sensores de sítio. É aqui que se ganha o dia — ou se percebe, às cinco da tarde, que faltou combinar a janela de paragem da segunda máquina.
- 06
Regresso a Gaia no fim do dia
Não ficamos a dormir em Braga sem necessidade. Se o trabalho ficar a meio, dizemos ainda no local o que falta, quanto tempo leva e quanto custa a segunda deslocação, para decidir com números à frente e não por telefone dois dias depois.
Guardamos os coeficientes de influência da sua máquina. Numa visita seguinte isso permite uma equilibragem trim — um afinamento rápido sem novos arranques de teste: um arranque para medir, cálculo do complemento de massa, instalação e arranque de controlo. A 55 km de distância, poupar meio turno de máquina parada conta mais do que poupar na deslocação.
O que preparar antes de fixarmos a data
A preparação ocupa-lhe uma hora e decide se a visita a Braga é uma ou duas. Vale a pena percorrer a lista antes de responder ao orçamento, e não na véspera.
- Confirme a janela de paragem por escrito. Muita fábrica do Minho trabalha em turnos contínuos e a única janela real é a paragem de sábado de manhã ou a mudança de turno. Marcamos a deslocação a partir dessa janela, não à volta dela.
- Garanta o acesso ao plano de correção — o ponto do rotor onde se coloca a massa: porta de inspeção que abra, tampa amovível, abertura na virola. Se for preciso desmontar condutas ou uma proteção soldada, diga-nos antes, porque muda o plano do dia.
- Prepare as superfícies para os sensores nas chumaceiras: metal liso e limpo, sem tinta nem sujidade, para o íman assentar bem.
- Limpe a turbina se houver depósito visível a olho nu: cotão e resina nas râmolas, farinha e gordura nos fornos, pó de granito nos despoeiradores. Equilibrar um rotor sujo é pagar para repetir o trabalho no mês seguinte.
- Verifique e aperte a fixação dos pés, da estrutura e da fundação. Um pé mole estraga o resultado com mais certeza do que qualquer erro de cálculo.
- Se a zona for classificada como de risco de explosão — despoeiramento de cotão têxtil, pó de madeira, farinha, pó de granito —, diga-o no pedido. Exclui a soldadura de massas e obriga a fixação aparafusada por furos já existentes.
- Decida quem fixa as massas: o seu serralheiro e soldador, incluído no preço, ou o nosso especialista, +150 EUR por rotor sem soldadura e +400 EUR por rotor com soldadura.
- Trate das credenciais de acesso, da autorização de trabalho e do bloqueio de arranque antes do dia. As regras de segurança do local têm prioridade sobre a nossa agenda.
- Disponibilize uma tomada de 220 V junto à máquina para o portátil e o módulo de medição.
- Reúna a lista das máquinas candidatas a entrar na mesma visita e envie-a de uma vez, com rotação, potência e fotografias de cada uma.
Uma máquina numa zona alta — ventilador de cobertura, silo, torre de arrefecimento — precisa de andaime ou plataforma elevatória combinados de antemão. Descobrir isso à chegada, a 55 km da base, é a forma mais cara de perder um dia.
Como marcar a deslocação a Braga
- 01
Descreva a máquina
Tipo de equipamento, potência ou massa do rotor, rotação de trabalho, tipo de apoios e de acionamento, morada exata do local. Com isto já indicamos o pacote e calculamos a deslocação para a sua morada.
- 02
Junte fotografias e números
Fotografias da máquina completa, das chumaceiras e do acesso ao plano de correção. Se tiver medições, envie o nível global e a componente 1× de cada apoio e diga o que mudou na máquina no último mês: limpeza da turbina, troca de facas, reparação, mudança de regime.
- 03
Diga a janela e a lista de máquinas
Quando é que a máquina pode mesmo ser parada e arrancada três ou mais vezes seguidas, e que outras máquinas do mesmo sítio podem entrar na mesma visita. É esta informação que decide o preço por máquina.
- 04
Receba o orçamento fechado antes de sairmos
Enviamos o custo do trabalho, da deslocação e das opções antes de sairmos de Gaia. Não há sobretaxas de urgência nem de estacionamento a aparecer depois. Se, ao ler as suas fotografias, virmos que ainda é cedo para nos deslocarmos, dizemos isso em vez de vender uma viagem.
Telefone e WhatsApp: +351 931 831 229. Email: axilinegeral@gmail.com. Instagram: @axiline.pt. Base: Rua das Colectividades 76 R/C ET, 4430-625 Vila Nova de Gaia. Escreva pelo WhatsApp se for mais fácil enviar fotografias e um vídeo curto da máquina a trabalhar: mostram mais do que uma descrição por palavras.
Perguntas frequentes
Têm oficina ou técnico em Braga?
Não. A AXILINE tem uma única base, em Vila Nova de Gaia (Rua das Colectividades 76 R/C ET, 4430-625), e desloca-se ao local do cliente. Em Braga não há escritório, armazém nem técnico residente: o engenheiro sai de Gaia com os aparelhos e regressa no mesmo dia. É também por isso que os quilómetros aparecem à parte no orçamento em vez de estarem diluídos no preço da hora — sabe sempre de onde vem o carro e por que deslocação está a pagar.
Quanto custa a deslocação de Gaia até Braga?
O percurso rodoviário são cerca de 55 km pela A3. Os primeiros 20 km de ida estão incluídos no preço e os restantes 35 km contam-se ida e volta, a 0,60 EUR por quilómetro — cerca de 42 EUR + IVA. Para Barcelos, Guimarães, Famalicão ou Vila Verde o valor é da mesma ordem. Calculamos a sua morada em concreto, pelo percurso rodoviário e não pela linha reta no mapa, e fixamos o valor no orçamento antes de sair. Portagens e estacionamento, quando existirem, são cobrados pelo custo real.
Só temos uma máquina. Compensa chamar-vos a Braga?
Compensa, e a conta é esta: um ventilador de 30 kW (pacote M) fica em 300 EUR de vibrodiagnóstico + 450 EUR de equilibragem + 42 EUR de deslocação = 792 EUR + IVA, acima da fatura mínima de 500 EUR por visita. O que não compensa é chamar-nos duas vezes. Se houver mais alguma máquina a roncar na nave, junte-a à mesma visita: cada máquina adicional tem 20% de desconto sobre a soma «diagnóstico + equilibragem» e a deslocação continua a ser uma só. Três ventiladores M na mesma visita ficam em 1992 EUR + IVA, ou seja 664 EUR por máquina em vez de 792 EUR.
A nossa fábrica trabalha em turnos contínuos e só para ao sábado. Conseguem?
Sim, e é o caso mais comum no Minho. A equilibragem obriga a arranques à rotação de trabalho, no mínimo três, por isso o fator limitante quase nunca é a nossa agenda, é a sua janela. Diga-nos primeiro quando a máquina pode mesmo ser parada e arrancada, e nós confirmamos se conseguimos encaixar; combinar por esta ordem é o que faz a data manter-se. Se o trabalho passar de um dia, acresce a diária de 140 EUR por dia, mas a 55 km costumamos regressar a Gaia e voltar no dia seguinte, o que sai normalmente mais barato — dizemos no orçamento qual das opções se aplica.
E se a vibração não for desequilíbrio?
Dizemo-lo no local, com os números da medição à frente, e não três arranques de teste depois. A equilibragem só baixa a componente 1×, a vibração à frequência de rotação. Não resolve um rolamento partido, fixações soltas, ressonância da estrutura nem o desalinhamento — que é uma causa de vibração e se corrige com o alinhamento dos veios, um trabalho diferente da equilibragem. Nesse caso o vibrodiagnóstico com relatório (300 EUR por máquina, sempre cobrado) e a deslocação são faturados na mesma, com o mínimo de visita de 500 EUR, e leva por escrito a causa e a lista do que há a reparar.
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Descreva o equipamento e o problema
Respondemos às suas perguntas, esclarecemos os dados iniciais e informamos o que é necessário para o orçamento e a deslocação.