Início · Serviços de equilibragem e vibrodiagnóstico: por onde começar no seu caso
Deslocações: Aveiro, Ílhavo, Estarreja, Ovar, Águeda

Equilibragem de rotores no local em Aveiro: deslocação a partir de Gaia, a cerca de 60 km

A AXILINE não tem escritório, oficina nem pessoal em Aveiro. Temos uma base em Vila Nova de Gaia e um carro com os aparelhos Balanset, e até à Ria são cerca de 60 km pela A1 ou pela A29. Chegamos ao seu local, medimos a vibração nas chumaceiras e equilibramos o rotor nos próprios apoios da máquina, sem desmontar: ventilador de exaustão de forno túnel, rotor de bomba de processo, granulador de cortiça, exaustor de despoeiramento, fuso de retificadora. Em relação ao Porto, o que muda numa deslocação a Aveiro não é a técnica — é a economia da visita. Por isso vale a pena juntar máquinas.

Atualizado em 27 de agosto de 2026 · por AXILINE · Vila Nova de Gaia

Em resumo: Sim, deslocamo-nos a Aveiro e a todo o distrito: Ílhavo e Gafanha da Nazaré, Estarreja, Ovar, Murtosa, Águeda, Albergaria-a-Velha, Oliveira do Bairro, Vagos e Anadia. A base fica em Vila Nova de Gaia, a cerca de 60 km, e é a partir daí que se contam os quilómetros pelo percurso rodoviário. Os primeiros 20 km estão incluídos no preço, a partir daí 0,60 EUR por quilómetro, ida e volta. Se o trabalho passar de um dia, acresce a diária de 140 EUR por dia. A fatura mínima por visita é de 500 EUR e o vibrodiagnóstico com relatório, 300 EUR, é sempre faturado por máquina; a equilibragem acresce conforme o tamanho do rotor, a partir de +250 EUR. Todos os preços + IVA. Numa distância destas, reunir três ou quatro máquinas na mesma visita é o que torna a deslocação razoável. Envie o tipo de máquina, a rotação, a potência ou a massa do rotor e algumas fotografias para o WhatsApp +351 931 831 229, e dizemos com franqueza se a equilibragem sequer ajuda.

Base em Gaia, sem filial em Aveiro: o que isso significa para si

Somos um serviço itinerante com uma única base: Rua das Colectividades 76 R/C ET, 4430-625 Vila Nova de Gaia. Não há delegação em Aveiro, não há oficina junto à Ria, não há um engenheiro que já esteja na cidade. O carro sai de Gaia de manhã, apanha a A1 ou a A29 e chega ao seu portão. Preferimos dizê-lo à cabeça, porque muda duas coisas concretas: a hora a que conseguimos estar no local e a forma como a deslocação entra na fatura.

Os quilómetros contam-se pelo percurso rodoviário desde Gaia até à sua morada, não pela linha reta no mapa. Os primeiros 20 km estão incluídos no preço, a partir daí são 0,60 EUR por quilómetro, ida e volta. Calculamos o valor exato para a sua morada e fixamo-lo no orçamento antes de sair, para não haver conta a acertar no fim. Se o trabalho não couber num dia — acontece com três ou mais máquinas, ou quando a janela de paragem só abre à noite — acresce a diária de 140 EUR por dia.

Daqui sai a única regra que interessa mesmo para quem está em Aveiro: uma deslocação de 60 km paga-se uma vez, independentemente do número de máquinas que a esperam no local. A primeira máquina carrega a viagem; a segunda e a terceira já só pagam o trabalho.

A pergunta certa não é «quanto custa a deslocação a Aveiro», mas «quantas máquinas posso ter prontas nesse dia». Uma lista de quatro rotores com queixas, mesmo em pavilhões diferentes da mesma unidade, transforma uma viagem cara numa visita eficiente. Se a sua empresa tem só uma máquina, vale a pena perguntar ao vizinho do lote ao lado.

A indústria à volta da Ria e as máquinas que ela roda

Aveiro não é uma versão mais pequena do Porto. É outro conjunto de setores, e cada setor traz um tipo de rotor próprio, com um modo próprio de se desequilibrar. Abaixo está o que encontramos com mais frequência quando descemos até aqui.

Cerâmica, porcelana e vidro

O cluster que vai de Aveiro e Ílhavo a Ovar e Águeda roda atomizadores, moinhos de bolas, misturadores, prensas, ventiladores de exaustão de fornos túnel e de arrefecimento rápido, e todo o despoeiramento com ciclones. Os rotores trabalham em pó abrasivo e a temperatura elevada: as pás perdem metal nos bordos de ataque e ganham depósito nas costas ao mesmo tempo.

Pasta e papel

Refinadores, pulpers, bombas de vácuo, sopradores, ventiladores das capotas de secagem, exaustores de caldeiras, destroçadores de madeira e tambores de descasque. O funcionamento é contínuo e a janela para arranques é estreita, por isso quase sempre a data certa é a da paragem programada, planeada com semanas de antecedência.

Cortiça

Granuladores e trituradores, moinhos de martelos, mesas densimétricas, secadores e, sobretudo, ventiladores de aspiração com ciclones. Aqui o problema não é só o desequilíbrio: é o pó combustível. A fixação das massas tem de ser pensada sem soldadura, por aparafusamento ou por remoção de metal.

Química de Estarreja

Bombas de processo, sopradores, agitadores, compressores, ventiladores de torres de arrefecimento. Tecnicamente são rotores como os outros; o que muda é o acesso. Zonas ATEX, permissão de trabalho, formação de segurança de empreiteiro e acompanhante permanente definem o calendário mais do que a nossa agenda.

Moldes e metalomecânica

Na faixa de Oliveira de Azeméis, Vale de Cambra e Águeda: fusos de máquinas-ferramentas, rebolos, polias e acoplamentos de acionamentos, exaustão de fumos de soldadura e de nevoeiro de óleo. Nestas máquinas a vibração aparece primeiro na superfície da peça e só depois no aparelho — a queixa costuma vir da qualidade, não da manutenção.

Porto de Aveiro e a orla da Ria

Despoeiramento de terminais de granéis, tambores e acionamentos de transportadores, bombas, compressores e ventiladores de condensadores do frio industrial, sopradores de tanques de arejamento em ETAR e em aquacultura. O denominador comum é o ar salino: a corrosão come metal onde lhe apetece, e nunca de forma simétrica.

Não publicamos nomes de empresas nem casos com números. Se quiser saber se já trabalhámos com uma máquina parecida com a sua, descreva o equipamento ao telefone — respondemos com franqueza, incluindo quando a resposta é que não.

Porque é que estes rotores se desequilibram por aqui

O desequilíbrio não nasce com a máquina; forma-se em serviço. Em Aveiro repetem-se causas que no interior ou numa zona urbana quase não se veem, e vale a pena reconhecê-las antes de nos chamar — muitas vezes explicam por que razão a vibração voltou pouco tempo depois de uma equilibragem anterior.

Uma precisão de linguagem que evita trabalho perdido: o desequilíbrio é uma causa de vibração, o desalinhamento de eixos é outra causa, diferente, e o alinhamento de veios é a ação corretiva que trata essa segunda causa. São coisas distintas e não se substituem. Massas no rotor nunca corrigem um desalinhamento, e um alinhamento perfeito não tira o desequilíbrio.

Quanto custa uma deslocação a Aveiro

O preço do trabalho depende do tamanho do rotor, não da marca da máquina nem da distância. A distância entra à parte, pela regra da deslocação. Todos os valores são acrescidos de IVA à taxa legal em vigor.

ItemCondiçãoPreço + IVA
Vibrodiagnóstico com relatóriopor cada máquina, cobrado sempre300 EUR
Equilibragem, pacote Saté 15 kW ou até 50 kg+250 EUR
Equilibragem, pacote M15–75 kW ou 50–500 kg+450 EUR
Equilibragem, pacote L75–300 kW ou 0,5–2 t+700 EUR
Equilibragem, pacote XLacima de 2 t ou rotação elevadaa partir de +1200 EUR
Fixação das massas pela AXILINEsem soldadura / com soldadura, por rotor+150 / +400 EUR
Deslocaçãoos primeiros 20 km a partir da base estão incluídosa partir daí 0,60 EUR por km, ida e volta
Diáriaquando o trabalho ultrapassa um dia140 EUR por dia
Fatura mínima por visitaqualquer deslocação500 EUR

Faça a conta ao contrário antes de nos chamar. Numa deslocação a 60 km, três máquinas na mesma visita dividem a viagem por três e mantêm cada uma o seu próprio preço de trabalho. É exatamente por isso que insistimos na lista de máquinas antes de marcar a data — não é venda cruzada, é a única forma de a distância não pesar na fatura.

Como decorre um dia de trabalho em Aveiro

Uma visita a 60 km não se organiza como uma visita ao Porto. Não há a hipótese de voltar à tarde para buscar uma ferramenta nem de dividir o trabalho em duas passagens curtas. Por isso o dia é planeado ao contrário: primeiro medimos tudo, depois decidimos a ordem.

  1. 01

    Antes da data: lista de máquinas e permissões

    Recebemos de si o tipo de cada máquina, a rotação, a potência ou a massa do rotor, fotografias das chumaceiras e do acesso ao plano de correção, e a morada. Em paralelo trata-se o que demora: credencial de empreiteiro, permissão de trabalho, autorização de trabalho a quente se for preciso soldar, acompanhante para zona ATEX. Enviamos o orçamento com o valor da deslocação já calculado.

  2. 02

    Chegada e medição de toda a lista

    A primeira coisa que fazemos no local não é equilibrar: é medir todas as máquinas da lista, nas chumaceiras, com a máquina em regime. Só assim se vê quais têm mesmo predomínio da componente 1x — a vibração à frequência de rotação — e quais têm outro problema qualquer. Uma máquina que entrou na lista pode sair dela nesta fase.

  3. 03

    Equilibragem por ordem de prioridade

    Arranque de teste com massa de prova, cálculo pelos coeficientes de influência, colocação da massa, medição de controlo nos mesmos pontos e no mesmo regime. Trabalhamos primeiro a máquina que mais custa a parar, para que, se o dia apertar, o que fica para trás seja o menos crítico.

  4. 04

    Fecho do dia, com números

    Valores antes e depois, nos mesmos pontos, na mesma direção e no mesmo regime. Aquilo que não se resolveu com massas fica descrito com o passo seguinte concreto: alinhamento de veios, substituição de rolamento, rigidez da estrutura, limpeza do impulsor. Ouve isto no local, não numa semana.

Se a única janela de paragem for à noite, ao domingo ou dentro da paragem geral programada, diga-o na primeira mensagem. Não é um obstáculo, mas decide se a visita cabe num dia ou passa a dois — e é essa diferença que faz entrar, ou não, a diária de 140 EUR. Contactos: WhatsApp +351 931 831 229, axilinegeral@gmail.com.

O que preparar antes da nossa chegada

A preparação ocupa-lhe uma hora e decide se o dia rende duas máquinas ou quatro. Nesta região há três pontos que falham com mais frequência do que os outros: a limpeza do rotor, a fixação das massas em atmosfera com pó combustível e as autorizações de acesso.

Quando a equilibragem não é a resposta — e dizemo-lo antes de sair de Gaia

A equilibragem reduz uma coisa apenas: a componente 1x, a vibração à frequência de rotação do rotor. Se o nível que o incomoda vier de outro sítio, uma deslocação de 60 km com massas de prova é um dia perdido para os dois lados. Por isso pedimos os números e as fotografias antes de marcar, e por isso começamos sempre pela medição.

As situações que mais vezes aparecem por aqui disfarçadas de desequilíbrio: desalinhamento de eixos em grupos motor-bomba montados depois de reparação, ressonância da estrutura em ventiladores de despoeiramento com condutas longas e plataformas leves, rolamentos degradados em máquinas que rodam em contínuo, cavitação e funcionamento fora do ponto de funcionamento em bombas de processo, e folgas na fixação depois de anos de vibração.

O enquadramento normativo que usamos é o das normas ISO: ISO 21940 para a qualidade de equilibragem e as tolerâncias, ISO 20816 para a avaliação dos níveis de vibração na máquina, ISO 13373 para o diagnóstico por medição de vibração e ISO 281 para a vida dos rolamentos. A parte e a edição aplicáveis dependem do tipo de máquina e devem ser verificadas caso a caso — registamos sempre os valores antes e depois nas mesmas condições, sem ajustar o resultado a uma linha conveniente da tabela.

Perguntas frequentes

Têm equipa em Aveiro? Quanto tempo demoram a chegar?

Não temos. A AXILINE tem uma única base, em Vila Nova de Gaia, na Rua das Colectividades 76 R/C ET, e desloca-se ao cliente. De Gaia a Aveiro são cerca de 60 km pela A1 ou pela A29, o que dá uma viagem curta em tempo mas uma deslocação que entra na fatura: os primeiros 20 km estão incluídos no preço, a partir daí 0,60 EUR por quilómetro, ida e volta, contados pelo percurso rodoviário. Não prometemos «estamos aí em duas horas»: combinamos a data pela sua janela de paragem, que é quase sempre o fator que manda.

Vale a pena chamarem-vos por causa de uma só máquina?

É possível e fazemo-lo, mas convém saber a conta. A fatura mínima por visita é de 500 EUR, o vibrodiagnóstico com relatório são 300 EUR por máquina, sempre faturados, e a equilibragem acresce conforme o tamanho do rotor: +250 EUR no pacote S, +450 no M, +700 no L e a partir de +1200 no XL, tudo + IVA, mais a deslocação. Uma máquina pequena com equilibragem já ultrapassa o mínimo. A esta distância, porém, a diferença entre uma e três máquinas na mesma visita não é o triplo do preço: a viagem paga-se uma vez. Se tem só um rotor, pergunte na unidade ao lado.

Trabalhamos com pó de cortiça e não podemos soldar. Conseguem corrigir na mesma?

Sim, e é o cenário normal nas fábricas de cortiça e de madeira da região. A massa de correção não tem de ser soldada: coloca-se aparafusada em furos existentes, em posições fixas de pás, ou corrige-se por remoção de metal com furação. Diga-nos isso antes da visita, porque muda a ferramenta e o material que levamos no carro. Se a serralharia for feita pelo seu pessoal, está incluída no preço; se for feita por nós, são +150 EUR por rotor sem soldadura e +400 EUR por rotor com soldadura, + IVA. Trabalho a quente em zona classificada exige sempre autorização vossa, tratada antes.

A nossa linha só para na paragem programada. Como se organiza isso?

É a situação habitual no papel, na cerâmica e na química de Estarreja, e é a melhor altura para nos chamar. Marque connosco com semanas de antecedência, reúna todas as máquinas com queixas de vibração num só dia — mesmo de pavilhões diferentes — e chegamos com o equipamento preparado para as medir todas logo à chegada. Se a lista não couber num dia de trabalho, passa a dois, e aí acresce a diária de 140 EUR por dia. Também trabalhamos em janelas noturnas e de fim de semana, desde que combinadas: o que não funciona é decidir isso no próprio dia.

Se a vibração voltar, voltam a Aveiro? E fica mais barato?

Voltamos, e o trabalho em si é mais rápido, porque guardamos os coeficientes de influência da sua máquina — a forma exata como aquele rotor responde à massa instalada. Numa segunda visita isso significa uma equilibragem trim: um arranque para medir, cálculo do complemento de massa, instalação e arranque de controlo, sem repetir os arranques de teste. O que não fica mais barato é a estrada: um regresso é uma nova deslocação, com a mesma regra dos 20 km incluídos e 0,60 EUR por quilómetro, ida e volta. Por isso preferimos confirmar o resultado no mesmo dia, com a máquina já quente e em carga, em vez de vir uma segunda vez.

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Preços: vibrodiagnóstico e equilibragem em separado

O vibrodiagnóstico de uma máquina, com parecer e relatório escrito, custa 300 EUR. Se a equilibragem for exequível, é acrescentada conforme o tamanho do rotor: S +250, M +450, L +700, XL a partir de +1200 EUR — total entre 550 e 1500 EUR ou mais por máquina, num ou dois planos sem custo adicional. Se a equilibragem não for possível, por exemplo devido a rolamentos partidos, paga apenas o diagnóstico e a deslocação — e recebe um relatório com a causa da vibração. Fatura mínima por visita de 500 EUR, todos os preços + IVA.

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Sim, o Porto e Vila Nova de Gaia são a nossa região de base, trabalhamos em todo o norte de Portugal e, combinando a data com antecedência, deslocamo-nos a qualquer ponto do país. Os primeiros 20 km de deslocação a partir da base estão incluídos no preço, a partir daí 0,60 EUR por quilómetro, ida e volta. Fatura mínima por visita de 500 EUR, tempo mínimo no local de 4 horas, adiantamento de 50%, todos os preços + IVA. Calculamos o valor exato para a sua morada com base no percurso e enviamo-lo antes da deslocação, para não haver surpresas no local. Envie o tipo de máquina, a rotação, a potência ou a massa do rotor e algumas fotografias do equipamento para o WhatsApp +351 931 831 229, e diremos se a equilibragem sequer ajuda neste caso.

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