# Equilibragem de rotores no local em Guimarães e em Vila Nova de Famalicão

> Não temos oficina, escritório nem pessoal em Guimarães ou em Famalicão. Temos uma única base, em Vila Nova de Gaia, e cerca de 60 km de autoestrada até ao Vale do Ave. O engenheiro sai de Gaia com os aparelhos Balanset, mede a vibração nas chumaceiras e equilibra o rotor nos próprios apoios da máquina: a rama, a bomba de tinturaria, o moinho granulador, o ventilador de aspiração ficam onde estão. A esta distância, o que decide o resultado não é a pressa, é o planeamento — uma janela de paragem bem definida e, de preferência, mais do que uma máquina à espera.

**Em resumo:** Sim, deslocamo-nos a Guimarães e a Vila Nova de Famalicão. São cerca de 60 km a partir da base em Vila Nova de Gaia, pela A3 e pela A7 — Famalicão fica um pouco mais perto, Guimarães um pouco mais longe —, e a viagem cabe confortavelmente num dia de trabalho. A regra da deslocação é a mesma para todos: os primeiros 20 km a partir da base estão incluídos no preço, a partir daí 0,60 EUR por quilómetro, ida e volta, contados pelo percurso rodoviário real e fixados no orçamento antes de sairmos. O vibrodiagnóstico com relatório custa 300 EUR por máquina e é sempre faturado; a equilibragem acresce conforme o tamanho do rotor, de +250 EUR no pacote S até a partir de +1200 EUR no XL. A fatura mínima por visita é de 500 EUR e, se o trabalho passar de um dia, acresce ajuda de custo de 140 EUR por dia. Todos os preços + IVA. É por isso que, a esta distância, insistimos em juntar várias máquinas numa só visita: a deslocação e o mínimo pagam-se uma vez, e a segunda e a terceira máquina saem bastante mais em conta do que a primeira.

Source: https://axiline.pt/servicos/equilibragem-rotores-guimaraes/  
Publisher: AXILINE · Vila Nova de Gaia, Portugal · +351 931 831 229 · axilinegeral@gmail.com

## Sessenta quilómetros: o que isso muda no preço e no planeamento

Entre a base em Gaia e o Vale do Ave vão cerca de 60 km pela A3 e pela A7. Na prática é uma saída de manhã e regresso ao fim do dia, sem dormida, desde que a janela de paragem esteja combinada. O que estraga este cenário não é o trânsito na A3, é chegar e ficar duas horas à espera do eletricista que ainda está a resolver outra linha.

Os quilómetros são contados pelo percurso rodoviário real a partir da Rua das Colectividades 76, em Vila Nova de Gaia, e não pela linha reta no mapa. O valor da deslocação entra no orçamento por escrito antes de sairmos: não há contas feitas no local nem sobretaxas que aparecem na fatura.

A ajuda de custo de 140 EUR por dia só entra quando o trabalho ultrapassa o dia — normalmente porque a paragem só é possível ao fim do turno da noite, ou porque há máquinas suficientes para dois dias seguidos. Numa visita de um dia a Guimarães ou a Famalicão não há ajuda de custo.

- [x] Fatura mínima de 500 EUR por visita. Por uma máquina pequena, isso significa pagar o mínimo por um dia inteiro de trabalho — é legítimo, mas é caro por rotor.
- [x] O vibrodiagnóstico de 300 EUR por máquina é sempre faturado, mesmo quando a conclusão é que a equilibragem não resolve nada neste caso.
- [x] Se a fixação das massas for feita pelo seu serralheiro e pelo seu soldador, está incluída. Se for a AXILINE a fazê-la: +150 EUR por rotor sem soldadura, +400 EUR por rotor com soldadura.
- [x] A ajuda de custo de 140 EUR por dia aplica-se apenas a trabalhos que passem de um dia, não a cada deslocação.
- [x] A todos os valores acresce IVA à taxa legal em vigor.
- [x] O custo da deslocação para a sua morada é calculado e enviado antes da visita, não depois.

| Item | Condição | Preço + IVA |
| --- | --- | --- |
| Vibrodiagnóstico com relatório | por cada máquina, cobrado sempre | 300 EUR |
| Equilibragem, pacote S | até 15 kW ou até 50 kg | +250 EUR |
| Equilibragem, pacote M | 15–75 kW ou 50–500 kg | +450 EUR |
| Equilibragem, pacote L | 75–300 kW ou 0,5–2 t | +700 EUR |
| Equilibragem, pacote XL | acima de 2 t ou rotação elevada | a partir de +1200 EUR |
| Fixação de massas pela AXILINE | sem soldadura / com soldadura, por rotor | +150 / +400 EUR |
| Deslocação | os primeiros 20 km a partir da base estão incluídos | a partir daí 0,60 EUR por km, ida e volta |
| Ajuda de custo | só quando o trabalho passa de um dia | 140 EUR por dia |
| Fatura mínima | por visita, independentemente do número de máquinas | 500 EUR |

> É por aritmética simples que insistimos em agrupar máquinas: a deslocação, a fatura mínima e o tempo de montagem dos aparelhos pagam-se uma vez por visita. Duas ramas e um moinho no mesmo dia ficam muito mais baratos, por máquina, do que três deslocações separadas ao longo do ano. Se na sua fábrica só há uma máquina com queixas, pergunte no pavilhão ao lado — no Vale do Ave, as unidades estão suficientemente próximas para partilharem uma deslocação.

## Têxtil e acabamento no Vale do Ave: onde nasce o desequilíbrio

Guimarães e Vila Nova de Famalicão estão no centro da indústria têxtil portuguesa: fiação, tecelagem, malhas, tinturaria, acabamento e confeção, muitas vezes no mesmo perímetro. Do ponto de vista da vibração, isto traduz-se numa realidade muito concreta: dezenas de rotores a trabalhar em ar carregado de fibra, em vapor e a temperaturas de secagem. Praticamente nenhum destes rotores sai desequilibrado de fábrica — fica desequilibrado a trabalhar.

O mecanismo é quase sempre o mesmo: material que se agarra ao rotor de forma desigual, ou que se desgasta de forma desigual. Fibra solta, oligómeros e resinas do banho de acabamento, incrustação da água de processo, erosão do impulsor. Por isso, nestas máquinas, a pergunta útil não é «está equilibrada?», mas «quanto tempo se mantém equilibrada?».

### Ramas e estufas de secagem

Cada câmara tem o seu ventilador de circulação a trabalhar entre os 150 e os 200 °C. A fibra solta e os oligómeros do acabamento depositam-se nas pás de forma desigual, e o desequilíbrio muda em semanas, não em anos. Medimos com a máquina no regime real e quente, e só colocamos as massas depois de a carcaça arrefecer o suficiente para se trabalhar em segurança. Massas magnéticas aqui servem apenas como massa de prova e saem antes do arranque.

### Hidroextratores e centrífugas

O cesto roda com carga húmida distribuída à mão, e esse desequilíbrio de carga não se corrige com massas: volta em cada ciclo. O que se equilibra é o conjunto rotativo vazio — cesto, veio e polia. Se a máquina treme com o cesto vazio, há trabalho para nós; se só treme com a carga mal distribuída, o problema é de processo e dizemo-lo em vez de vender uma equilibragem.

### Bombas de circulação de tinturaria

Jets, jiggers e autoclaves trabalham com bombas centrífugas de grande caudal em serviço quase contínuo. O impulsor sofre erosão e incrustação do banho, e o desequilíbrio instala-se devagar, disfarçado de «a bomba está mais barulhenta do que era». Vale a pena medir antes de decidir: desequilíbrio, cavitação e rolamento em fim de vida soam parecidos ao ouvido e são diferentes no espectro.

### Aspiração e filtragem de fibra

Ventiladores de aspiração de fiação e tecelagem, unidades de filtro, ciclones. O ar transporta fibra permanentemente: uma parte da turbina entope, a outra desgasta-se. São rotores fáceis de equilibrar, mas o resultado dura exatamente até ao próximo ciclo de sujidade. Se a limpeza não estiver organizada, a equilibragem é um penso rápido caro.

### Ar comprimido, vácuo e ETAR de tinturaria

Os teares a jato de ar vivem de ar comprimido, e a tinturaria anda a par de uma estação de tratamento própria: sopradores de arejamento, bombas, decanters e desidratadores. Estas máquinas ficam em salas fechadas onde ninguém está, e a vibração é notada tarde. Em compensação, estão agrupadas — é o cenário ideal para fazer três ou quatro rotores na mesma deslocação.

> Não publicamos nomes de fábricas nem números de trabalhos concretos, aqui ou em qualquer outra página. Se quiser saber se já lidámos com uma máquina do seu tipo, descreva o equipamento ao telefone — a resposta é direta.

## Cutelaria e metalomecânica em Guimarães: mós, polimento e extração

Guimarães e os concelhos à volta mantêm uma concentração invulgar de cutelarias e de metalomecânica ligeira: corte e estampagem, tratamento térmico, afiação, polimento, revestimento. A vibração tem aqui uma característica própria — nota-se primeiro na qualidade da superfície da peça e só depois nas chumaceiras. Um fuso ou uma mó com desequilíbrio deixa marca visível no aço muito antes de aquecer um rolamento.

É também o setor em que mais vezes a resposta honesta é «não é equilibragem». Uma mó gasta ou empastada pede diamantagem, não massas; uma roda de pano em fim de vida pede substituição. Medimos primeiro para não vender o trabalho errado.

### Mós de retificação e de afiação

A mó perde massa de forma desigual à medida que se gasta e absorve refrigerante de forma desigual quando fica parada molhada. O desequilíbrio de uma mó é pequeno em gramas e grande em efeito, porque a rotação é alta. Trabalha-se em conjunto com a diamantagem: primeiro a superfície fica direita, depois a mó equilibra-se — pela ordem inversa, não se mantém.

### Polimento e escovas

Discos de pano, feltro e escovas de arame trabalham a rotação alta e desgastam-se ao longo do próprio turno. Aqui a equilibragem faz sentido no eixo, nas polias e no motor do polidor; o consumível em si substitui-se. Quando o operador diz que «a máquina saltou de repente», normalmente saiu material da roda, e isso vê-se na medição em dois minutos.

### Fusos, veios e transmissões por correia

Muita máquina útil nesta região tem vinte ou trinta anos e transmissão por correia. Polias empenadas, casquilhos cónicos mal assentes e acoplamentos gastos dão vibração à frequência de rotação, tal como o desequilíbrio, e distinguem-se pela fase. Verificamos isto antes de propor massas, porque uma polia torta não se corrige equilibrando o rotor a seguir.

### Extração de pó e ventiladores de fornos

Aspiração de pó de esmerilagem e de polimento, lavadores, ventiladores de circulação de fornos de tratamento térmico. O pó metálico é abrasivo e pesado: desgasta um lado da turbina e acumula-se no outro. Nos fornos junta-se a temperatura, com a flexão térmica do veio que ela traz. São máquinas que raramente têm alguém a olhar por elas até pararem.

> Nas máquinas-ferramenta, o grau de qualidade de equilibragem importa mais do que na ventilação: um fuso pede uma classe mais apertada do que um exaustor. A classe aplicável e a edição em vigor da ISO 21940 devem ser verificadas para o tipo concreto de rotor — há regras distintas para rotores rígidos e flexíveis.

## Plásticos e injeção em Famalicão: moinhos, sopradores e torres de arrefecimento

Vila Nova de Famalicão e o eixo até Trofa e Santo Tirso concentram injeção de plásticos, extrusão, compostos e componentes técnicos, boa parte deles para a indústria automóvel. É um parque de máquinas jovem comparado com o têxtil, mas com um tipo de rotor que se desequilibra de forma abrupta em vez de gradual: rotores de facas.

A diferença prática é importante. Num ventilador têxtil, o desequilíbrio cresce todas as semanas, um pouco de cada vez. Num moinho granulador, mantém-se estável durante meses e muda de uma vez, no dia em que se afia ou se troca o jogo de facas. Por isso, nestas fábricas, o momento certo para nos chamar costuma ser logo a seguir a uma intervenção no rotor, e não quando a vibração já está a partir rolamentos.

### Moinhos granuladores e trituradores de purgas

Rotor de facas, contrafacas e um jogo que se afia várias vezes ao longo da vida. Cada afiação retira massa, e raramente a mesma em todas as facas. O rotor costuma ser de aço tratado, pelo que a soldadura de massas está fora de questão: corrige-se com massas aparafusadas nas posições previstas ou com remoção de metal calculada. Antes de medir, o rotor tem de estar limpo de plástico fundido — equilibrar sujidade não serve de nada.

### Sopradores e transporte pneumático de granulado

Sopradores de canal lateral, turbinas de aspiração e bombas de vácuo do transporte de granulado e de regranulado. Trabalham em contínuo, ficam nas galerias técnicas e ninguém os ouve. Quando finalmente se ouvem, já há folga de rolamento por cima do desequilíbrio, e aí a ordem correta é diagnóstico primeiro, massas depois.

### Torres de arrefecimento e chillers

Ventiladores axiais de pá longa em grande diâmetro, humidade permanente, incrustação e corrosão do bordo das pás, ângulo de instalação regulável. É um rotor sensível a massas pequenas e que exige passos pequenos e paciência. Vale a pena verificar também a dispersão do ângulo das pás: um ângulo fora do conjunto imita desequilíbrio e não se corrige com peso.

### Extrusão, sopro e arrefecimento de linha

Ventiladores de arrefecimento de linhas de extrusão e de sopro, exaustão de fumos de moldação, acionamentos e polias das linhas de puxo. São máquinas ligadas à qualidade do produto: uma oscilação na refrigeração vê-se na espessura e no aspeto da peça, por isso a vibração é notada mais cedo do que noutros equipamentos.

> Se a sua máquina não está nesta lista, isso não é uma recusa. As condições são as mesmas para qualquer rotor: rotação de trabalho estável, acesso ao plano de correção — o local do rotor onde se instala a massa — e predomínio confirmado da componente 1x, a vibração à frequência de rotação.

## Quando não é desequilíbrio: o que vemos com mais frequência nestas fábricas

Nem toda a vibração se resolve com massas, e nesta região há um fator estrutural que aparece com regularidade: muita produção instalada em edifícios fabris antigos, ampliados por fases, com máquinas em pisos elevados, mezaninos e estruturas metálicas acrescentadas depois. Uma laje ou uma plataforma em ressonância dá níveis altos com um rotor perfeitamente equilibrado, e as massas não mudam nada.

O segundo caso é o desalinhamento: os veios de duas máquinas acopladas não ficam no mesmo eixo. O desalinhamento é uma causa de vibração; a ação corretiva chama-se alinhamento de veios e é um trabalho diferente da equilibragem, com instrumentos diferentes. Não se corrige com massas no rotor, e confundir as duas coisas custa um dia inteiro de arranques inúteis.

O terceiro é mecânico e banal: pé mole — o assentamento imperfeito do pé da máquina na estrutura —, parafusos de fixação soltos, chumaceiras com folga, correias mal tensionadas, fundação degradada. Estas causas estragam qualquer equilibragem, mesmo bem calculada, e verificam-se antes de qualquer arranque de teste.

- [x] Vibração dominada pela componente 1x, à frequência de rotação, com fase estável: é o retrato do desequilíbrio, e a equilibragem funciona.
- [x] Componente forte ao dobro da rotação, com nível axial elevado: aponta para desalinhamento — a resposta é o alinhamento de veios, não massas no rotor.
- [x] Nível que dispara a uma rotação e desaparece noutra: ressonância da estrutura, da plataforma ou da conduta, frequente em pisos elevados de edifícios antigos.
- [x] Energia em alta frequência, ruído de fundo crescente, rolamento a aquecer: dano de rolamento, que se substitui — equilibrar por cima não adianta.
- [x] Vibração que muda quando se aperta um parafuso ou se apoia a mão na base: fixação, pé mole ou fundação.
- [x] Amplitude que salta de repente, sem mudança de regime: material que se soltou da turbina ou faca partida — verificar mecanicamente antes de medir.

> Se, na primeira meia hora no local, os números disserem que a componente 1x não domina, ouve isso nesse momento e não num relatório uma semana depois. O vibrodiagnóstico de 300 EUR por máquina é faturado à mesma, porque o trabalho foi feito — mas fica com um diagnóstico em vez de massas coladas a um problema que não existia. A parte e a edição aplicáveis da ISO 20816 e da ISO 13373 devem ser verificadas para cada tipo de máquina em concreto.

## Como decorre um dia em Guimarães ou em Famalicão

1. **Saída de Gaia e entrada nas instalações** — Saímos de Vila Nova de Gaia com folga para chegar à hora combinada, pela A3 e pela A7. Entrada, credenciais, briefing de segurança e reconhecimento das máquinas da lista. Se houver autorização de trabalho e delimitação de zona a tratar, é aqui que se perde ou se ganha a primeira hora.
2. **Medição inicial em todas as máquinas do dia** — Antes de mexer em qualquer rotor, medimos: nível global e componente 1x com fase em cada apoio, nas mesmas direções, com a máquina no regime normal de trabalho. É esta ronda que define a ordem do dia e mostra se alguma máquina da lista afinal não é caso de equilibragem.
3. **Verificação mecânica e arranques de teste** — Aperto de fixações, verificação de pé mole e de folgas, limpeza do plano de correção. Depois, massa de prova e arranques: no mínimo três por rotor. É a parte que exige a sua janela de paragem e a presença de alguém da manutenção.
4. **Cálculo, colocação das massas e medição de controlo** — O programa calcula a correção pelo método dos coeficientes de influência e reparte a massa pelas posições de pás ou de furos disponíveis. Instalada a massa, repete-se a medição nos mesmos pontos, nas mesmas direções e no mesmo regime — só assim os números antes e depois são comparáveis.
5. **Fecho do dia e o que fica para a próxima** — Antes de sair, apresentamos os valores de cada máquina e dizemos com clareza o que ficou por resolver: uma máquina que precisa de rolamento novo, um ventilador que pede limpeza antes de valer a pena equilibrar, um acoplamento que precisa de alinhamento. Guardamos os coeficientes de influência, o que torna uma segunda visita muito mais rápida.

> Se a paragem só for possível ao fim do turno da noite ou ao fim de semana, é perfeitamente viável — planeia-se com antecedência. Se a lista de máquinas não couber num dia, acresce a ajuda de custo de 140 EUR por dia, comunicada no orçamento e não no fim.

## Como preparar uma visita a esta distância

A preparação vale mais aqui do que numa deslocação curta. Numa fábrica do Porto, uma condição em falta significa voltar na semana seguinte; a 60 km, significa perder o dia. A lista seguinte é o que pedimos antes de sair de Gaia.

- [x] Envie a lista das máquinas candidatas, com tipo, potência ou massa do rotor, rotação de trabalho e tipo de acionamento. Com três ou quatro máquinas, a visita passa a fazer sentido económico.
- [x] Fotografias da máquina completa, das chumaceiras e do acesso ao plano de correção. Um vídeo curto da máquina a trabalhar diz mais do que uma descrição escrita.
- [x] Combine por escrito a janela em que cada máquina pode ser parada e arrancada várias vezes seguidas: no mínimo três arranques por rotor.
- [x] Garanta o acesso ao plano de correção — porta de inspeção, tampa amovível ou abertura na virola. Sem acesso, o plano de trabalho é outro e é melhor sabê-lo antes.
- [x] Prepare superfícies limpas de metal nu nas chumaceiras para os sensores de vibração, e um ponto no veio ou na polia para a marca refletora, com linha de vista livre para o sensor de fase.
- [x] Limpe previamente turbinas visivelmente sujas — ramas, aspiração de fibra, moinhos com plástico fundido. Equilibrar sujidade é dinheiro perdido no ciclo seguinte.
- [x] Verifique fixações, pés e fundação, e resolva folgas evidentes antes da nossa chegada.
- [x] Defina quem faz a fixação das massas: com o seu serralheiro e soldador está incluído; com os nossos, +150 EUR por rotor sem soldadura ou +400 EUR com soldadura.
- [x] Trate de credenciais, autorização de trabalho, bloqueio de arranque e delimitação de zona. As regras de segurança da sua fábrica têm prioridade sobre a nossa agenda.

> Telefone e WhatsApp: +351 931 831 229. Email: axilinegeral@gmail.com. Instagram: @axiline.pt. Base: Rua das Colectividades 76 R/C ET, 4430-625 Vila Nova de Gaia. Envie fotografias e um vídeo curto pelo WhatsApp — para preparar uma deslocação a Guimarães ou a Famalicão, é a forma mais rápida de saber se a viagem se justifica.

## Perguntas frequentes

**Têm oficina ou equipa em Guimarães ou em Famalicão?**

Não. A AXILINE tem uma única base, em Vila Nova de Gaia, na Rua das Colectividades 76 R/C ET. Não há filial, oficina nem técnico residente no Vale do Ave: o engenheiro sai de Gaia e faz os cerca de 60 km pela A3 e A7. Preferimos dizê-lo com clareza a anunciar uma morada que não existe. Na prática, muda pouco para si — a distância cabe num dia de trabalho e o valor da deslocação é calculado e comunicado antes de sairmos.

**Quanto custa a deslocação até Guimarães ou Vila Nova de Famalicão?**

A regra é a mesma para todo o país: os primeiros 20 km a partir da base estão incluídos no preço e, a partir daí, 0,60 EUR por quilómetro, ida e volta. Contamos pelo percurso rodoviário real desde Gaia até à sua morada, não pela linha reta no mapa, e enviamos o valor no orçamento antes da visita. Famalicão fica um pouco mais perto, Guimarães um pouco mais longe, e a diferença aparece no orçamento. Não há sobretaxas escondidas por urgência, portagens ou estacionamento.

**Vale a pena chamarem-vos por causa de uma máquina só?**

Vale, mas é caro por rotor, e é justo dizê-lo antes. A fatura mínima por visita é de 500 EUR, o vibrodiagnóstico é de 300 EUR por máquina e a deslocação soma-se por cima — tudo isso paga-se uma vez, quer venhamos por uma máquina, quer por quatro. A esta distância, o cenário que faz sentido é reunir várias máquinas na mesma paragem: as ramas e a aspiração da secção de acabamento, os moinhos e os sopradores da injeção, ou até máquinas de uma empresa vizinha do mesmo parque industrial. A partir da segunda máquina, o custo por rotor cai muito.

**Só conseguimos parar ao fim de semana ou no turno da noite. É possível?**

É, e no têxtil e nos plásticos é o cenário habitual. A condição é combinar a janela com antecedência, porque a equilibragem exige arranques repetidos à rotação de trabalho — no mínimo três por rotor — e a agenda não pode depender de uma paragem improvisada. Se o trabalho ultrapassar um dia, por exemplo com paragem noturna e continuação na manhã seguinte, acresce a ajuda de custo de 140 EUR por dia, indicada no orçamento à partida. As paragens programadas, incluindo as de verão, são a melhor altura para juntar várias máquinas.

**Equilibrámos o ventilador da rama e ao fim de uns meses voltou a vibrar. Porquê?**

Porque a equilibragem corrige o estado do rotor no dia em que é feita, e nestas máquinas o rotor muda sozinho. Numa rama, os oligómeros e a fibra voltam a depositar-se nas pás de forma desigual; na aspiração de fiação, uma parte da turbina entope e a outra desgasta-se; num moinho granulador, a próxima afiação das facas retira massa outra vez. Não é falha da equilibragem, é o processo a funcionar. A resposta prática é organizar a limpeza do rotor antes de equilibrar e integrar a medição no plano de manutenção: com os coeficientes de influência da sua máquina guardados, a verificação seguinte é bastante mais rápida do que a primeira.
