# Equilibragem de rotores no local em Braga: deslocamo-nos de Vila Nova de Gaia, a 55 km

> A AXILINE não tem oficina em Braga. Tem uma base, em Vila Nova de Gaia, e um carro que sobe a A3 com os aparelhos Balanset lá dentro. São cerca de 55 km até ao Cávado. Chegados ao local, medimos a vibração nas chumaceiras e equilibramos o rotor nos seus próprios apoios, sem desmontar nada e sem enviar a peça para fora. Esta página explica o que muda quando o cliente fica a 55 km da base: como se conta a deslocação, que máquinas do Minho nos chamam mais vezes e porque é que juntar duas ou três máquinas numa só visita altera a conta toda.

**Em resumo:** Sim, deslocamo-nos a Braga e a todo o Minho — Barcelos, Guimarães, Vila Nova de Famalicão, Vila Verde, Póvoa de Lanhoso, Fafe, Esposende — a partir da base em Vila Nova de Gaia. O percurso rodoviário são cerca de 55 km pela A3. Os primeiros 20 km de ida estão incluídos no preço; os restantes 35 km contam-se ida e volta, a 0,60 EUR por quilómetro, o que dá cerca de 42 EUR de deslocação. O vibrodiagnóstico com relatório são 300 EUR por máquina, cobrados sempre, e a equilibragem acresce conforme o tamanho do rotor: +250 EUR (S), +450 EUR (M), +700 EUR (L), a partir de +1200 EUR (XL). A fatura mínima por visita é de 500 EUR e todos os preços são + IVA. Repare no que isto significa: a estrada até Braga é barata, o dia de trabalho é que não. Por isso a diferença entre chamar-nos para uma máquina e para três na mesma visita é grande, e vale a pena olhar para a nave toda antes de marcar. Envie o tipo de máquina, a rotação e algumas fotografias para o WhatsApp +351 931 831 229.

Source: https://axiline.pt/servicos/equilibragem-rotores-braga/  
Publisher: AXILINE · Vila Nova de Gaia, Portugal · +351 931 831 229 · axilinegeral@gmail.com

## Braga a 55 km: uma base, sem filial

A morada da base é Rua das Colectividades 76 R/C ET, 4430-625 Vila Nova de Gaia. É de lá que sai o engenheiro e é de lá que se contam os quilómetros. Não temos escritório, armazém nem técnico residente em Braga, e preferimos dizê-lo já: quem prometer uma equipa «na sua zona» a partir de uma base única está a contar-lhe outra história.

Na prática, a distância pesa menos do que parece. São cerca de 55 km pela A3 — menos tempo de estrada do que costuma demorar, no local, delimitar a zona e montar os sensores na máquina. Um pedido em Braga cabe num dia de trabalho normal, com regresso à base ao fim do dia.

O que a distância muda mesmo é a facilidade de voltar. No Porto, se a máquina precisar de uma segunda medição já quente, passa-se lá na semana seguinte quase sem custo. Em Braga, uma segunda visita é uma segunda deslocação e volta a contar para a fatura mínima. Por isso preparamos a ida a Braga para ficar resolvida à primeira: mais perguntas antes de sair, mais fotografias pedidas, janela de paragem confirmada por escrito.

- Distrito de Braga: Braga, Barcelos, Guimarães, Vila Nova de Famalicão, Vila Verde, Póvoa de Lanhoso, Amares, Fafe, Vizela, Esposende.
- Parques e zonas industriais ao longo da A3 e da A11 e o eixo do Vale do Ave até Santo Tirso e Trofa.
- Viana do Castelo e o Alto Minho entram no mesmo tipo de deslocação, com mais alguns quilómetros na conta.
- A distância é contada pelo percurso rodoviário a partir de Gaia, não pela linha reta no mapa.

> Se o equipamento estiver num parque industrial com portaria, credenciação e regras de entrada de viaturas, diga-nos no pedido. Chegar às oito da manhã e ficar quarenta minutos na guarita é a forma mais banal de queimar uma janela de paragem que custou duas semanas a combinar.

## Quanto custa a deslocação a Braga, com as contas à vista

O preço do trabalho depende do tamanho do rotor, não da marca da máquina nem da distância. A distância entra apenas na linha da deslocação, e essa é fácil de verificar sozinho: 55 km de percurso, menos os 20 km de ida incluídos, restam 35 km contados ida e volta a 0,60 EUR.

- [x] Fatura mínima por visita: 500 EUR. Uma máquina pequena em Braga — diagnóstico 300 + pacote S 250 + deslocação 42 — fecha em 592 EUR + IVA e já ultrapassa o mínimo.
- [x] Um ventilador de 30 kW, pacote M: 300 + 450 + 42 = 792 EUR + IVA.
- [x] Tempo mínimo no local: 4 horas. Não é sobretaxa de urgência, é o tempo real da medição inicial, dos arranques de teste e da verificação do resultado.
- [x] Se as massas forem fixadas pelo seu serralheiro e soldador, está incluído no preço. Com o nosso especialista, +150 EUR por rotor sem soldadura ou +400 EUR por rotor com soldadura.
- [x] A diária de 140 EUR aplica-se quando o trabalho obriga a ficar mais de um dia. A 55 km isso é raro: normalmente regressamos à base e voltamos no dia seguinte, e dizemos no orçamento qual das duas opções lhe sai mais barata.
- [x] Adiantamento de 50%, o restante depois do trabalho. A todos os preços acresce IVA à taxa legal em vigor.
- [x] Portagens, estacionamento e licenças especiais de acesso, quando existirem, são cobrados pelo custo real.

| Item | Condição | Preço + IVA |
| --- | --- | --- |
| Vibrodiagnóstico com relatório | por cada máquina, cobrado sempre | 300 EUR |
| Equilibragem, pacote S | até 15 kW ou até 50 kg | +250 EUR |
| Equilibragem, pacote M | 15–75 kW ou 50–500 kg | +450 EUR |
| Equilibragem, pacote L | 75–300 kW ou 0,5–2 t | +700 EUR |
| Equilibragem, pacote XL | acima de 2 t ou rotação elevada | a partir de +1200 EUR |
| Fixação das massas pela AXILINE | sem soldadura / com soldadura | +150 / +400 EUR por rotor |
| Deslocação a Braga | 55 km; os primeiros 20 km de ida incluídos | cerca de 42 EUR (35 km × 2 × 0,60) |
| Diária | só quando o trabalho obriga a pernoitar | 140 EUR por dia |

> O valor da deslocação fica fixado no orçamento antes de sairmos de Gaia. Se, à chegada, se verificar que a máquina não reúne condições para ser equilibrada, o diagnóstico e a deslocação são cobrados na mesma e a fatura sobe ao mínimo de 500 EUR — mas leva um relatório com a causa e a lista do que há a reparar, e isso costuma poupar a viagem seguinte.

## As máquinas que o Minho tem e nos chamam mais vezes

A indústria à volta de Braga não é a do Porto. Aqui domina a fábrica de processo, com turnos longos e máquinas que trabalham em ambiente sujo, quente ou húmido — e é isso, mais do que a idade do equipamento, que gera desequilíbrio. Em quase todos os casos abaixo, o desequilíbrio não é defeito de origem: forma-se em serviço, semana após semana.

### Têxtil e acabamento do Vale do Ave

Ventiladores de circulação das râmolas, a trabalhar a 150–200 °C com cotão e resinas de acabamento a cozer nas pás de forma desigual. Turbinas de aspiração de cotão em fiação e tecelagem. Bombas de circulação de tinturaria e hidroextratores. Nas râmolas o desequilíbrio cresce em semanas e volta a mudar assim que se limpa a turbina, por isso aqui a equilibragem tem de entrar no plano de manutenção em vez de ser chamada em pânico. Nos hidroextratores há uma distinção a fazer: carga mal distribuída no cesto não é desequilíbrio do rotor e não se corrige com massas.

### Injeção de plásticos e componentes

Moinhos granuladores ao lado das prensas: o rotor de facas perde equilíbrio de cada vez que se afia ou se substitui uma faca sem repor o jogo completo. Ventiladores de chillers e de torres de arrefecimento na cobertura, com pás longas, leves e de ângulo regulável, sensíveis a massas muito pequenas — equilibram-se em passos curtos. Sopradores e bombas de vácuo do transporte central de material, ventiladores de desumidificadores e de tremonhas de secagem.

### Metalomecânica, moldes e serralharia

Rebolos, que precisam de ser reequilibrados depois de cada diamantagem, e fusos de máquinas-ferramentas, onde a vibração aparece primeiro no acabamento da superfície e só depois no ouvido. Turbinas de granalhadoras, cujas pás se desgastam depressa e se substituem em jogo. Ventiladores de extração de fumos de soldadura e de corte, com pó abrasivo a desgastar um lado da turbina. Polias de transmissão por correia empenadas ou com casquilho cónico solto.

### Agroalimentar e avicultura

Separadores e centrífugas de laticínios, ventiladores de recirculação de fornos de panificação com farinha e gordura nas pás, moinhos de martelos de fábricas de rações, ventiladores de pavilhões avícolas e de condensadores de frio. As instalações avícolas e de frio têm dezenas de ventiladores iguais no mesmo sítio, o que faz delas o melhor candidato do Minho a uma visita agrupada. As exigências de higiene condicionam a forma de fixar as massas e combinam-se antes da deslocação.

### Granito e transformação de pedra

O Minho é região de granito, e a extração e a transformação trazem britadores, crivos vibrantes, ventiladores de despoeiramento e acionamentos de transportadores. Pó abrasivo, martelos e revestimentos substituídos por jogos, humidade constante: aqui o desequilíbrio comporta-se como consumível, não como avaria, e ganha-se mais em medir por rondas do que em esperar pelo ruído.

### Ventilação de naves e armazéns

Ventiladores de cobertura e de conduta em naves industriais, armazéns logísticos e superfícies comerciais. A queixa costuma vir de quem está por baixo, não do mecânico. Antes de pôr massas verificamos a ressonância da estrutura de apoio: numa base flexível, as massas dão um resultado que desaparece na primeira mudança de regime.

> Não publicamos nomes de clientes nem números de casos. Se quiser saber se já trabalhámos numa máquina parecida, descreva o equipamento ao telefone — respondemos com franqueza, incluindo quando a resposta é «esta nunca fizemos».

## Uma máquina ou três: é aqui que se decide a conta

A estrada até Braga custa cerca de 42 EUR. O que pesa na fatura não é a distância, é o dia: fatura mínima de 500 EUR por visita e um mínimo de 4 horas no local. Uma máquina sozinha paga sozinha o dia inteiro.

A partir da segunda máquina na mesma visita, cada máquina adicional fica 20% mais barata na soma «diagnóstico + equilibragem» (30% a partir da décima). Como a deslocação continua a ser uma só, o efeito nota-se logo na segunda máquina.

- Conta como mesma visita: mesma morada, ou moradas a poucos minutos umas das outras, no mesmo dia.
- Todas as máquinas têm de ter janela de paragem no mesmo turno. Não adianta ter três máquinas se duas só podem parar no mês seguinte.
- Máquinas de tamanhos diferentes podem entrar na mesma visita: o pacote é calculado rotor a rotor.
- Se não tem três máquinas, é provável que tenha vizinhos. Nos parques industriais de Braga, Famalicão e Guimarães as naves estão coladas umas às outras e é frequente a empresa do lado ter o mesmo ventilador com a mesma queixa. Combinar a data a dois divide a deslocação e dá a ambos o desconto de máquina adicional.

| Cenário | Cálculo | Total + IVA | Por máquina |
| --- | --- | --- | --- |
| Um ventilador M sozinho, em Braga | 300 + 450 + 42 | 792 EUR | 792 EUR |
| Três ventiladores M na mesma visita | 750 + 600 + 600 + 42 | 1992 EUR | 664 EUR |
| As mesmas três máquinas, em duas visitas | 792 + (750 + 600 + 42) | 2184 EUR | 728 EUR |

> Antes de marcar, faça uma volta pela nave com uma pergunta na cabeça: que outra máquina anda a roncar e ninguém teve tempo de ver? No Porto essa pergunta é uma boa prática. Em Braga, vale dinheiro.

## Como decorre um dia de trabalho em Braga

1. **Saída de Gaia ao início da manhã** — Saímos cedo para apanhar a A3 antes do trânsito de entrada em Braga e chegar dentro da janela combinada. Se houver portaria, credenciação e registo de viatura, contamos esse tempo à parte, e não à custa das suas 4 horas de máquina parada.
2. **Primeira meia hora: medir, não equilibrar** — Antes de qualquer massa, medimos a vibração global e a componente 1× com fase em cada apoio e verificamos a mecânica: aperto dos pés, folgas, estado dos rolamentos, pé mole — o assentamento imperfeito do pé da máquina na estrutura. É nesta meia hora que se decide se a equilibragem faz sentido ou se estaríamos a atirar massas a um problema que não é desequilíbrio.
3. **Arranques de teste à rotação de trabalho** — Massa de teste, arranque, medição, cálculo dos coeficientes de influência — a forma exata como este rotor responde à massa instalada. São no mínimo três arranques. Esta é a parte que depende de si: cada arranque precisa da sua autorização e do seu pessoal.
4. **Massa de correção e medição de controlo** — Colocação da massa nos planos de correção, arranque de controlo, medição nos mesmos pontos, na mesma direção e no mesmo regime da medição inicial. Os números antes e depois ficam registados tal como saíram, sem os aproximar de uma linha conveniente de tabela.
5. **Segunda e terceira máquinas, se houver janela** — Com a equipa já no local e os aparelhos montados, a máquina seguinte custa sobretudo o tempo de mudar os sensores de sítio. É aqui que se ganha o dia — ou se percebe, às cinco da tarde, que faltou combinar a janela de paragem da segunda máquina.
6. **Regresso a Gaia no fim do dia** — Não ficamos a dormir em Braga sem necessidade. Se o trabalho ficar a meio, dizemos ainda no local o que falta, quanto tempo leva e quanto custa a segunda deslocação, para decidir com números à frente e não por telefone dois dias depois.

> Guardamos os coeficientes de influência da sua máquina. Numa visita seguinte isso permite uma equilibragem trim — um afinamento rápido sem novos arranques de teste: um arranque para medir, cálculo do complemento de massa, instalação e arranque de controlo. A 55 km de distância, poupar meio turno de máquina parada conta mais do que poupar na deslocação.

## O que preparar antes de fixarmos a data

A preparação ocupa-lhe uma hora e decide se a visita a Braga é uma ou duas. Vale a pena percorrer a lista antes de responder ao orçamento, e não na véspera.

- [x] Confirme a janela de paragem por escrito. Muita fábrica do Minho trabalha em turnos contínuos e a única janela real é a paragem de sábado de manhã ou a mudança de turno. Marcamos a deslocação a partir dessa janela, não à volta dela.
- [x] Garanta o acesso ao plano de correção — o ponto do rotor onde se coloca a massa: porta de inspeção que abra, tampa amovível, abertura na virola. Se for preciso desmontar condutas ou uma proteção soldada, diga-nos antes, porque muda o plano do dia.
- [x] Prepare as superfícies para os sensores nas chumaceiras: metal liso e limpo, sem tinta nem sujidade, para o íman assentar bem.
- [x] Limpe a turbina se houver depósito visível a olho nu: cotão e resina nas râmolas, farinha e gordura nos fornos, pó de granito nos despoeiradores. Equilibrar um rotor sujo é pagar para repetir o trabalho no mês seguinte.
- [x] Verifique e aperte a fixação dos pés, da estrutura e da fundação. Um pé mole estraga o resultado com mais certeza do que qualquer erro de cálculo.
- [x] Se a zona for classificada como de risco de explosão — despoeiramento de cotão têxtil, pó de madeira, farinha, pó de granito —, diga-o no pedido. Exclui a soldadura de massas e obriga a fixação aparafusada por furos já existentes.
- [x] Decida quem fixa as massas: o seu serralheiro e soldador, incluído no preço, ou o nosso especialista, +150 EUR por rotor sem soldadura e +400 EUR por rotor com soldadura.
- [x] Trate das credenciais de acesso, da autorização de trabalho e do bloqueio de arranque antes do dia. As regras de segurança do local têm prioridade sobre a nossa agenda.
- [x] Disponibilize uma tomada de 220 V junto à máquina para o portátil e o módulo de medição.
- [x] Reúna a lista das máquinas candidatas a entrar na mesma visita e envie-a de uma vez, com rotação, potência e fotografias de cada uma.

> Uma máquina numa zona alta — ventilador de cobertura, silo, torre de arrefecimento — precisa de andaime ou plataforma elevatória combinados de antemão. Descobrir isso à chegada, a 55 km da base, é a forma mais cara de perder um dia.

## Como marcar a deslocação a Braga

1. **Descreva a máquina** — Tipo de equipamento, potência ou massa do rotor, rotação de trabalho, tipo de apoios e de acionamento, morada exata do local. Com isto já indicamos o pacote e calculamos a deslocação para a sua morada.
2. **Junte fotografias e números** — Fotografias da máquina completa, das chumaceiras e do acesso ao plano de correção. Se tiver medições, envie o nível global e a componente 1× de cada apoio e diga o que mudou na máquina no último mês: limpeza da turbina, troca de facas, reparação, mudança de regime.
3. **Diga a janela e a lista de máquinas** — Quando é que a máquina pode mesmo ser parada e arrancada três ou mais vezes seguidas, e que outras máquinas do mesmo sítio podem entrar na mesma visita. É esta informação que decide o preço por máquina.
4. **Receba o orçamento fechado antes de sairmos** — Enviamos o custo do trabalho, da deslocação e das opções antes de sairmos de Gaia. Não há sobretaxas de urgência nem de estacionamento a aparecer depois. Se, ao ler as suas fotografias, virmos que ainda é cedo para nos deslocarmos, dizemos isso em vez de vender uma viagem.

> Telefone e WhatsApp: +351 931 831 229. Email: axilinegeral@gmail.com. Instagram: @axiline.pt. Base: Rua das Colectividades 76 R/C ET, 4430-625 Vila Nova de Gaia. Escreva pelo WhatsApp se for mais fácil enviar fotografias e um vídeo curto da máquina a trabalhar: mostram mais do que uma descrição por palavras.

## Perguntas frequentes

**Têm oficina ou técnico em Braga?**

Não. A AXILINE tem uma única base, em Vila Nova de Gaia (Rua das Colectividades 76 R/C ET, 4430-625), e desloca-se ao local do cliente. Em Braga não há escritório, armazém nem técnico residente: o engenheiro sai de Gaia com os aparelhos e regressa no mesmo dia. É também por isso que os quilómetros aparecem à parte no orçamento em vez de estarem diluídos no preço da hora — sabe sempre de onde vem o carro e por que deslocação está a pagar.

**Quanto custa a deslocação de Gaia até Braga?**

O percurso rodoviário são cerca de 55 km pela A3. Os primeiros 20 km de ida estão incluídos no preço e os restantes 35 km contam-se ida e volta, a 0,60 EUR por quilómetro — cerca de 42 EUR + IVA. Para Barcelos, Guimarães, Famalicão ou Vila Verde o valor é da mesma ordem. Calculamos a sua morada em concreto, pelo percurso rodoviário e não pela linha reta no mapa, e fixamos o valor no orçamento antes de sair. Portagens e estacionamento, quando existirem, são cobrados pelo custo real.

**Só temos uma máquina. Compensa chamar-vos a Braga?**

Compensa, e a conta é esta: um ventilador de 30 kW (pacote M) fica em 300 EUR de vibrodiagnóstico + 450 EUR de equilibragem + 42 EUR de deslocação = 792 EUR + IVA, acima da fatura mínima de 500 EUR por visita. O que não compensa é chamar-nos duas vezes. Se houver mais alguma máquina a roncar na nave, junte-a à mesma visita: cada máquina adicional tem 20% de desconto sobre a soma «diagnóstico + equilibragem» e a deslocação continua a ser uma só. Três ventiladores M na mesma visita ficam em 1992 EUR + IVA, ou seja 664 EUR por máquina em vez de 792 EUR.

**A nossa fábrica trabalha em turnos contínuos e só para ao sábado. Conseguem?**

Sim, e é o caso mais comum no Minho. A equilibragem obriga a arranques à rotação de trabalho, no mínimo três, por isso o fator limitante quase nunca é a nossa agenda, é a sua janela. Diga-nos primeiro quando a máquina pode mesmo ser parada e arrancada, e nós confirmamos se conseguimos encaixar; combinar por esta ordem é o que faz a data manter-se. Se o trabalho passar de um dia, acresce a diária de 140 EUR por dia, mas a 55 km costumamos regressar a Gaia e voltar no dia seguinte, o que sai normalmente mais barato — dizemos no orçamento qual das opções se aplica.

**E se a vibração não for desequilíbrio?**

Dizemo-lo no local, com os números da medição à frente, e não três arranques de teste depois. A equilibragem só baixa a componente 1×, a vibração à frequência de rotação. Não resolve um rolamento partido, fixações soltas, ressonância da estrutura nem o desalinhamento — que é uma causa de vibração e se corrige com o alinhamento dos veios, um trabalho diferente da equilibragem. Nesse caso o vibrodiagnóstico com relatório (300 EUR por máquina, sempre cobrado) e a deslocação são faturados na mesma, com o mínimo de visita de 500 EUR, e leva por escrito a causa e a lista do que há a reparar.
