# Equilibragem de rotores no local em Aveiro: deslocação a partir de Gaia, a cerca de 60 km

> A AXILINE não tem escritório, oficina nem pessoal em Aveiro. Temos uma base em Vila Nova de Gaia e um carro com os aparelhos Balanset, e até à Ria são cerca de 60 km pela A1 ou pela A29. Chegamos ao seu local, medimos a vibração nas chumaceiras e equilibramos o rotor nos próprios apoios da máquina, sem desmontar: ventilador de exaustão de forno túnel, rotor de bomba de processo, granulador de cortiça, exaustor de despoeiramento, fuso de retificadora. Em relação ao Porto, o que muda numa deslocação a Aveiro não é a técnica — é a economia da visita. Por isso vale a pena juntar máquinas.

**Em resumo:** Sim, deslocamo-nos a Aveiro e a todo o distrito: Ílhavo e Gafanha da Nazaré, Estarreja, Ovar, Murtosa, Águeda, Albergaria-a-Velha, Oliveira do Bairro, Vagos e Anadia. A base fica em Vila Nova de Gaia, a cerca de 60 km, e é a partir daí que se contam os quilómetros pelo percurso rodoviário. Os primeiros 20 km estão incluídos no preço, a partir daí 0,60 EUR por quilómetro, ida e volta. Se o trabalho passar de um dia, acresce a diária de 140 EUR por dia. A fatura mínima por visita é de 500 EUR e o vibrodiagnóstico com relatório, 300 EUR, é sempre faturado por máquina; a equilibragem acresce conforme o tamanho do rotor, a partir de +250 EUR. Todos os preços + IVA. Numa distância destas, reunir três ou quatro máquinas na mesma visita é o que torna a deslocação razoável. Envie o tipo de máquina, a rotação, a potência ou a massa do rotor e algumas fotografias para o WhatsApp +351 931 831 229, e dizemos com franqueza se a equilibragem sequer ajuda.

Source: https://axiline.pt/servicos/equilibragem-rotores-aveiro/  
Publisher: AXILINE · Vila Nova de Gaia, Portugal · +351 931 831 229 · axilinegeral@gmail.com

## Base em Gaia, sem filial em Aveiro: o que isso significa para si

Somos um serviço itinerante com uma única base: Rua das Colectividades 76 R/C ET, 4430-625 Vila Nova de Gaia. Não há delegação em Aveiro, não há oficina junto à Ria, não há um engenheiro que já esteja na cidade. O carro sai de Gaia de manhã, apanha a A1 ou a A29 e chega ao seu portão. Preferimos dizê-lo à cabeça, porque muda duas coisas concretas: a hora a que conseguimos estar no local e a forma como a deslocação entra na fatura.

Os quilómetros contam-se pelo percurso rodoviário desde Gaia até à sua morada, não pela linha reta no mapa. Os primeiros 20 km estão incluídos no preço, a partir daí são 0,60 EUR por quilómetro, ida e volta. Calculamos o valor exato para a sua morada e fixamo-lo no orçamento antes de sair, para não haver conta a acertar no fim. Se o trabalho não couber num dia — acontece com três ou mais máquinas, ou quando a janela de paragem só abre à noite — acresce a diária de 140 EUR por dia.

Daqui sai a única regra que interessa mesmo para quem está em Aveiro: uma deslocação de 60 km paga-se uma vez, independentemente do número de máquinas que a esperam no local. A primeira máquina carrega a viagem; a segunda e a terceira já só pagam o trabalho.

- Concelhos que cobrimos numa deslocação típica a esta zona: Aveiro, Ílhavo e Gafanha da Nazaré, Estarreja, Ovar, Murtosa, Águeda, Albergaria-a-Velha, Oliveira do Bairro, Vagos, Anadia.
- A distância conta-se pelo percurso rodoviário a partir da base em Gaia, e o valor fica escrito no orçamento antes da deslocação.
- Uma ou duas máquinas cabem normalmente num dia de trabalho; a partir daí conte com dois dias e com a diária de 140 EUR por dia.
- Não temos armazém em Aveiro. Massas de correção, chapa, parafusos e material de fixação vão connosco no carro; peças específicas da sua máquina, como um rolamento ou um empanque, tem de as ter no local.
- Se a máquina ficar em zona ATEX, em terminal portuário ou dentro de uma unidade com controlo de acessos, precisamos de saber isso antes de marcar a data — a credencial de empreiteiro costuma demorar mais do que a viagem.

> A pergunta certa não é «quanto custa a deslocação a Aveiro», mas «quantas máquinas posso ter prontas nesse dia». Uma lista de quatro rotores com queixas, mesmo em pavilhões diferentes da mesma unidade, transforma uma viagem cara numa visita eficiente. Se a sua empresa tem só uma máquina, vale a pena perguntar ao vizinho do lote ao lado.

## A indústria à volta da Ria e as máquinas que ela roda

Aveiro não é uma versão mais pequena do Porto. É outro conjunto de setores, e cada setor traz um tipo de rotor próprio, com um modo próprio de se desequilibrar. Abaixo está o que encontramos com mais frequência quando descemos até aqui.

### Cerâmica, porcelana e vidro

O cluster que vai de Aveiro e Ílhavo a Ovar e Águeda roda atomizadores, moinhos de bolas, misturadores, prensas, ventiladores de exaustão de fornos túnel e de arrefecimento rápido, e todo o despoeiramento com ciclones. Os rotores trabalham em pó abrasivo e a temperatura elevada: as pás perdem metal nos bordos de ataque e ganham depósito nas costas ao mesmo tempo.

### Pasta e papel

Refinadores, pulpers, bombas de vácuo, sopradores, ventiladores das capotas de secagem, exaustores de caldeiras, destroçadores de madeira e tambores de descasque. O funcionamento é contínuo e a janela para arranques é estreita, por isso quase sempre a data certa é a da paragem programada, planeada com semanas de antecedência.

### Cortiça

Granuladores e trituradores, moinhos de martelos, mesas densimétricas, secadores e, sobretudo, ventiladores de aspiração com ciclones. Aqui o problema não é só o desequilíbrio: é o pó combustível. A fixação das massas tem de ser pensada sem soldadura, por aparafusamento ou por remoção de metal.

### Química de Estarreja

Bombas de processo, sopradores, agitadores, compressores, ventiladores de torres de arrefecimento. Tecnicamente são rotores como os outros; o que muda é o acesso. Zonas ATEX, permissão de trabalho, formação de segurança de empreiteiro e acompanhante permanente definem o calendário mais do que a nossa agenda.

### Moldes e metalomecânica

Na faixa de Oliveira de Azeméis, Vale de Cambra e Águeda: fusos de máquinas-ferramentas, rebolos, polias e acoplamentos de acionamentos, exaustão de fumos de soldadura e de nevoeiro de óleo. Nestas máquinas a vibração aparece primeiro na superfície da peça e só depois no aparelho — a queixa costuma vir da qualidade, não da manutenção.

### Porto de Aveiro e a orla da Ria

Despoeiramento de terminais de granéis, tambores e acionamentos de transportadores, bombas, compressores e ventiladores de condensadores do frio industrial, sopradores de tanques de arejamento em ETAR e em aquacultura. O denominador comum é o ar salino: a corrosão come metal onde lhe apetece, e nunca de forma simétrica.

> Não publicamos nomes de empresas nem casos com números. Se quiser saber se já trabalhámos com uma máquina parecida com a sua, descreva o equipamento ao telefone — respondemos com franqueza, incluindo quando a resposta é que não.

## Porque é que estes rotores se desequilibram por aqui

O desequilíbrio não nasce com a máquina; forma-se em serviço. Em Aveiro repetem-se causas que no interior ou numa zona urbana quase não se veem, e vale a pena reconhecê-las antes de nos chamar — muitas vezes explicam por que razão a vibração voltou pouco tempo depois de uma equilibragem anterior.

- Desgaste abrasivo com depósito simultâneo, típico da cerâmica: a barbotina e o pó atomizado colam-se a uma zona das pás enquanto desgastam outra. O rotor perde massa de um lado e ganha do outro ao mesmo tempo, e o resultado muda de semana para semana.
- Temperatura de serviço: um ventilador de forno equilibrado a frio pode voltar a vibrar quente. Medimos com a máquina em regime térmico estabilizado, não nos primeiros minutos depois do arranque.
- Fibra e resina no papel: acumulam-se em camadas irregulares em rotores de bombas de vácuo e em ventiladores de secagem, e depois soltam-se aos pedaços. O nível salta de um turno para o outro sem que nada tenha sido tocado.
- Jogo de martelos ou de facas novo em granuladores de cortiça e destroçadores de madeira: as peças de reposição raramente têm a mesma massa uma a uma, e o desequilíbrio aparece logo no primeiro turno depois da substituição.
- Pó de cortiça e de madeira: é leve, mas assenta em camada espessa nas pás dos ventiladores de aspiração. É o caso em que limpar o rotor antes de equilibrar não é formalidade nenhuma — sem limpeza, as massas duram até à próxima acumulação.
- Ar salino da Ria e do porto: corrosão por picadas em ventiladores de cobertura, condensadores e torres de arrefecimento. A perda de metal por corrosão nunca é simétrica, e o efeito soma-se ano após ano.
- Intervenções recentes: impulsor novo, veio retificado, rotor rebobinado, semiacoplamento desmontado e montado, pá reparada por soldadura. Depois de qualquer uma destas operações o equilíbrio de fábrica deixa de existir.

> Uma precisão de linguagem que evita trabalho perdido: o desequilíbrio é uma causa de vibração, o desalinhamento de eixos é outra causa, diferente, e o alinhamento de veios é a ação corretiva que trata essa segunda causa. São coisas distintas e não se substituem. Massas no rotor nunca corrigem um desalinhamento, e um alinhamento perfeito não tira o desequilíbrio.

## Quanto custa uma deslocação a Aveiro

O preço do trabalho depende do tamanho do rotor, não da marca da máquina nem da distância. A distância entra à parte, pela regra da deslocação. Todos os valores são acrescidos de IVA à taxa legal em vigor.

- [x] O vibrodiagnóstico de 300 EUR é sempre faturado, por máquina, mesmo quando o trabalho avança para a equilibragem. Não é um extra opcional: é a medição sem a qual não se sabe o que corrigir.
- [x] Uma máquina pequena com equilibragem — 300 + 250 — já ultrapassa a fatura mínima. Um único diagnóstico isolado, 300 EUR, fica abaixo do mínimo e a visita é faturada a 500 EUR.
- [x] A deslocação é calculada para a sua morada pelo percurso rodoviário e fica fixada no orçamento antes de sairmos de Gaia.
- [x] A diária de 140 EUR só entra quando o trabalho passa mesmo de um dia. Uma visita normal a Aveiro, com uma ou duas máquinas, não a inclui.
- [x] Se a serralharia e a soldadura forem feitas pelo seu pessoal, estão incluídas no preço. Com os nossos especialistas são +150 EUR por rotor sem soldadura, ou +400 EUR por rotor com soldadura.
- [x] Também vendemos os aparelhos: Balanset-1A por 1975 EUR + IVA e a versão OEM por 1735 EUR + IVA, se preferir passar a fazer a medição com pessoal próprio.

| Item | Condição | Preço + IVA |
| --- | --- | --- |
| Vibrodiagnóstico com relatório | por cada máquina, cobrado sempre | 300 EUR |
| Equilibragem, pacote S | até 15 kW ou até 50 kg | +250 EUR |
| Equilibragem, pacote M | 15–75 kW ou 50–500 kg | +450 EUR |
| Equilibragem, pacote L | 75–300 kW ou 0,5–2 t | +700 EUR |
| Equilibragem, pacote XL | acima de 2 t ou rotação elevada | a partir de +1200 EUR |
| Fixação das massas pela AXILINE | sem soldadura / com soldadura, por rotor | +150 / +400 EUR |
| Deslocação | os primeiros 20 km a partir da base estão incluídos | a partir daí 0,60 EUR por km, ida e volta |
| Diária | quando o trabalho ultrapassa um dia | 140 EUR por dia |
| Fatura mínima por visita | qualquer deslocação | 500 EUR |

> Faça a conta ao contrário antes de nos chamar. Numa deslocação a 60 km, três máquinas na mesma visita dividem a viagem por três e mantêm cada uma o seu próprio preço de trabalho. É exatamente por isso que insistimos na lista de máquinas antes de marcar a data — não é venda cruzada, é a única forma de a distância não pesar na fatura.

## Como decorre um dia de trabalho em Aveiro

Uma visita a 60 km não se organiza como uma visita ao Porto. Não há a hipótese de voltar à tarde para buscar uma ferramenta nem de dividir o trabalho em duas passagens curtas. Por isso o dia é planeado ao contrário: primeiro medimos tudo, depois decidimos a ordem.

1. **Antes da data: lista de máquinas e permissões** — Recebemos de si o tipo de cada máquina, a rotação, a potência ou a massa do rotor, fotografias das chumaceiras e do acesso ao plano de correção, e a morada. Em paralelo trata-se o que demora: credencial de empreiteiro, permissão de trabalho, autorização de trabalho a quente se for preciso soldar, acompanhante para zona ATEX. Enviamos o orçamento com o valor da deslocação já calculado.
2. **Chegada e medição de toda a lista** — A primeira coisa que fazemos no local não é equilibrar: é medir todas as máquinas da lista, nas chumaceiras, com a máquina em regime. Só assim se vê quais têm mesmo predomínio da componente 1x — a vibração à frequência de rotação — e quais têm outro problema qualquer. Uma máquina que entrou na lista pode sair dela nesta fase.
3. **Equilibragem por ordem de prioridade** — Arranque de teste com massa de prova, cálculo pelos coeficientes de influência, colocação da massa, medição de controlo nos mesmos pontos e no mesmo regime. Trabalhamos primeiro a máquina que mais custa a parar, para que, se o dia apertar, o que fica para trás seja o menos crítico.
4. **Fecho do dia, com números** — Valores antes e depois, nos mesmos pontos, na mesma direção e no mesmo regime. Aquilo que não se resolveu com massas fica descrito com o passo seguinte concreto: alinhamento de veios, substituição de rolamento, rigidez da estrutura, limpeza do impulsor. Ouve isto no local, não numa semana.

> Se a única janela de paragem for à noite, ao domingo ou dentro da paragem geral programada, diga-o na primeira mensagem. Não é um obstáculo, mas decide se a visita cabe num dia ou passa a dois — e é essa diferença que faz entrar, ou não, a diária de 140 EUR. Contactos: WhatsApp +351 931 831 229, axilinegeral@gmail.com.

## O que preparar antes da nossa chegada

A preparação ocupa-lhe uma hora e decide se o dia rende duas máquinas ou quatro. Nesta região há três pontos que falham com mais frequência do que os outros: a limpeza do rotor, a fixação das massas em atmosfera com pó combustível e as autorizações de acesso.

- [x] Garanta uma janela em que cada máquina possa ser parada e arrancada, no mínimo, três vezes seguidas à rotação de trabalho.
- [x] Limpe o rotor de depósitos antes da nossa chegada: barbotina e pó atomizado na cerâmica, fibra e resina no papel, pó nos ventiladores de aspiração da cortiça e da madeira. Equilibrar um rotor sujo é pagar para repetir o trabalho.
- [x] Verifique o acesso ao plano de correção — escotilha que abra, tampa amovível, janela na carcaça. Se não houver acesso, diga-o antes: isso muda o plano de trabalho e às vezes a resposta.
- [x] Prepare superfícies para os sensores nas chumaceiras: metal liso e limpo, sem tinta solta nem crosta de corrosão. Em equipamento exposto ao ar salino, este ponto é o que mais atrasa a medição.
- [x] Deixe um local para a marca refletora no veio ou na polia, com linha de vista livre para o sensor de fase a laser, e uma tomada de 220 V perto da máquina.
- [x] Se a máquina estiver em atmosfera com pó combustível — cortiça, madeira, cereal — planeie a correção sem soldadura: massas aparafusadas em furos existentes ou remoção de metal por furação. Diga-o antes, porque muda a ferramenta que levamos.
- [x] Trate das autorizações: credencial de empreiteiro, permissão de trabalho, autorização de trabalho a quente, acompanhante em zona classificada, delimitação da zona e bloqueio de arranque. Os requisitos de segurança do local têm prioridade sobre o nosso plano de dia.
- [x] Aperte e verifique a fixação dos pés, da estrutura e da fundação. Um pé mole — o assentamento imperfeito de um pé da máquina na estrutura — estraga o resultado com mais certeza do que qualquer erro de cálculo.
- [x] Reúna a lista completa de máquinas candidatas na unidade, mesmo as de outro pavilhão. É a decisão que mais influencia o custo por máquina numa deslocação desta distância.

## Quando a equilibragem não é a resposta — e dizemo-lo antes de sair de Gaia

A equilibragem reduz uma coisa apenas: a componente 1x, a vibração à frequência de rotação do rotor. Se o nível que o incomoda vier de outro sítio, uma deslocação de 60 km com massas de prova é um dia perdido para os dois lados. Por isso pedimos os números e as fotografias antes de marcar, e por isso começamos sempre pela medição.

As situações que mais vezes aparecem por aqui disfarçadas de desequilíbrio: desalinhamento de eixos em grupos motor-bomba montados depois de reparação, ressonância da estrutura em ventiladores de despoeiramento com condutas longas e plataformas leves, rolamentos degradados em máquinas que rodam em contínuo, cavitação e funcionamento fora do ponto de funcionamento em bombas de processo, e folgas na fixação depois de anos de vibração.

- Vibração que muda com o caudal ou com a posição da válvula: é hidráulica, não é desequilíbrio. As massas não a tiram.
- Vibração que aparece só numa faixa de rotações com acionamento regulável: suspeita de ressonância. Trata-se com rigidez ou com o regime, não com massa.
- Vibração com o dobro da frequência de rotação e fase axial marcada: aponta para desalinhamento de eixos, e a ação corretiva é o alinhamento.
- Ruído de banda larga e temperatura no apoio: aponta para rolamento, e equilibrar um rotor sobre um rolamento degradado só adia a avaria.
- Nível que baixa e volta em dias: procure depósito irregular no rotor antes de procurar desequilíbrio de origem.

> O enquadramento normativo que usamos é o das normas ISO: ISO 21940 para a qualidade de equilibragem e as tolerâncias, ISO 20816 para a avaliação dos níveis de vibração na máquina, ISO 13373 para o diagnóstico por medição de vibração e ISO 281 para a vida dos rolamentos. A parte e a edição aplicáveis dependem do tipo de máquina e devem ser verificadas caso a caso — registamos sempre os valores antes e depois nas mesmas condições, sem ajustar o resultado a uma linha conveniente da tabela.

## Perguntas frequentes

**Têm equipa em Aveiro? Quanto tempo demoram a chegar?**

Não temos. A AXILINE tem uma única base, em Vila Nova de Gaia, na Rua das Colectividades 76 R/C ET, e desloca-se ao cliente. De Gaia a Aveiro são cerca de 60 km pela A1 ou pela A29, o que dá uma viagem curta em tempo mas uma deslocação que entra na fatura: os primeiros 20 km estão incluídos no preço, a partir daí 0,60 EUR por quilómetro, ida e volta, contados pelo percurso rodoviário. Não prometemos «estamos aí em duas horas»: combinamos a data pela sua janela de paragem, que é quase sempre o fator que manda.

**Vale a pena chamarem-vos por causa de uma só máquina?**

É possível e fazemo-lo, mas convém saber a conta. A fatura mínima por visita é de 500 EUR, o vibrodiagnóstico com relatório são 300 EUR por máquina, sempre faturados, e a equilibragem acresce conforme o tamanho do rotor: +250 EUR no pacote S, +450 no M, +700 no L e a partir de +1200 no XL, tudo + IVA, mais a deslocação. Uma máquina pequena com equilibragem já ultrapassa o mínimo. A esta distância, porém, a diferença entre uma e três máquinas na mesma visita não é o triplo do preço: a viagem paga-se uma vez. Se tem só um rotor, pergunte na unidade ao lado.

**Trabalhamos com pó de cortiça e não podemos soldar. Conseguem corrigir na mesma?**

Sim, e é o cenário normal nas fábricas de cortiça e de madeira da região. A massa de correção não tem de ser soldada: coloca-se aparafusada em furos existentes, em posições fixas de pás, ou corrige-se por remoção de metal com furação. Diga-nos isso antes da visita, porque muda a ferramenta e o material que levamos no carro. Se a serralharia for feita pelo seu pessoal, está incluída no preço; se for feita por nós, são +150 EUR por rotor sem soldadura e +400 EUR por rotor com soldadura, + IVA. Trabalho a quente em zona classificada exige sempre autorização vossa, tratada antes.

**A nossa linha só para na paragem programada. Como se organiza isso?**

É a situação habitual no papel, na cerâmica e na química de Estarreja, e é a melhor altura para nos chamar. Marque connosco com semanas de antecedência, reúna todas as máquinas com queixas de vibração num só dia — mesmo de pavilhões diferentes — e chegamos com o equipamento preparado para as medir todas logo à chegada. Se a lista não couber num dia de trabalho, passa a dois, e aí acresce a diária de 140 EUR por dia. Também trabalhamos em janelas noturnas e de fim de semana, desde que combinadas: o que não funciona é decidir isso no próprio dia.

**Se a vibração voltar, voltam a Aveiro? E fica mais barato?**

Voltamos, e o trabalho em si é mais rápido, porque guardamos os coeficientes de influência da sua máquina — a forma exata como aquele rotor responde à massa instalada. Numa segunda visita isso significa uma equilibragem trim: um arranque para medir, cálculo do complemento de massa, instalação e arranque de controlo, sem repetir os arranques de teste. O que não fica mais barato é a estrada: um regresso é uma nova deslocação, com a mesma regra dos 20 km incluídos e 0,60 EUR por quilómetro, ida e volta. Por isso preferimos confirmar o resultado no mesmo dia, com a máquina já quente e em carga, em vez de vir uma segunda vez.
